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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Shows e festivais desastrosos!


O site Gigwise.com organizou em dezembro de 2008 uma tenebrosa lista de 50 shows que ficaram famosos em virtude de motivos não agradáveis, desde bandas ofendidas que abandonaram o palco, acidentes com fogos de artifício, mortos e feridos devido a tumultos, e mesmo o famoso assassinato de Dimebag Darrell em pleno palco. Abaixo, compilamos os shows desta lista relacionados a artistas de rock.

Damageplan. 8 de dezembro de 2004 em Alrosa Villa, Ohio

Durante o show, um ex-fuzileiro naval esquizofrênico e paranóico chamado Nathan Gale silenciosamente sacou uma arma e disparou 15 tiros. Três deles atingiram o lendário ex-guitarrista do Pantera, Dimebag Darrell, na cabeça, e ele morreu na hora. Outras três pessoas morreram na carnificina; o fã Nathan Bray, de 23 anos, o roadie Erin Halk e o chefe de segurança do Damageplan Jeff 'Mayhem' Thompson, que tentou lutar com Gale, sem sucesso. A polícia matou o atirador com um único disparo na cabeça.
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Fuji Rock Festival. Julho de 1997

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O festival japonês foi atingido por um tufão logo em seu primeiro dia. Impressionantemente, o Red Hot Chili Peppers honrou a camisa e se apresentou embaixo da violenta tempestade - o líder Anthony Keidis, ainda por cima, tinha um braço fraturado. No entanto, devido à falta de preparo para o tempo desastroso, o evento foi cancelado antes do segundo dia. O festival agora é realizado em Naeba, Niigata, mas mantém o nome 'Fuji'.

Woodstock 99. 23 a 25 de julho de 1999 em Rome, Nova York

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Os organizadores esperavam recriar a paz e amor do evento original de 30 anos antes, mas infelizmente o Woodstock 99 agora é lembrado por seus incidentes de estupro, violência, incêndio criminoso e encerramento precoce. 200.000 pessoas compareceram, mas no calor escaldante as instalações não eram suficientes. A raiva aumentou com pessoas iniciando incêndios e a violência surgindo. A polícia relatou quatro incidentes de estupro, enquanto diversas pessoas foram presas por pilhagem e incêndio criminoso.

Frank Zappa no The Rainbow Theatre, Londres, 1971

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Apenas uma semana depois de ter seu equipamento roubado em um show na Suíça, coisas piores estavam para acontecer. Durante o bis do triunfante show de Londres, um fã irado empurrou Zappa, que caiu no fosso da orquestra, de piso de concreto. Sua banda imediatamente pensou que ele tinha morrido, mas Zappa teve ferimentos sérios, incluindo laringe esmagada, trauma na cabeça, fraturas graves na coluna, perna e pescoço. Zappa ficou preso a uma cadeira de rodas por um ano e meio.

Pink Floyd no Earls Court, Londres, Outubro de 1994

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Era a noite de abertura das históricas 14 noites de aprsentação neste local em Londres. Um minuto após o início da música de abertura, 'Shine On You Crazy Diamond', um andaime com 1.200 fãs ruiu, com algumas pessoas caindo de uma altura de mais de 6 metros. 96 pessoas ficaram feridas, 36 delas precisando de internação. O show foi cancelado imediatamente. Na apresentação remarcada para a semana seguinte, Dave Gilmour brincou: “Se eu fosse vocês, processaria alguém. Quer dizer, menos eu, claro...”

My Chemical Romance no Download Festival, Junho de 2007

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Um ano depois de levar garrafadas no Reading Festival, o MCR teve o mesmo destino no Download Festival. Só que, desta vez, foi muito pior. Algumas garrafas estavam cheias de urina, e bolas de golfe foram adicionadas ao massacre. A banda seguiu em frente, embora um Gerard Way furioso tenha declarado: “Esta música se chama 'obrigado por todas as garrafas, por todo o mijo, por todas as bolas de golfe, por todas as maçãs e toda essa m***a grudenta'”.

The Smiths no Preston Guildhall / Newport Leisure Centre, 1986

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Uma turnê de outono, dois shows desastrosos. Primeiro, em Preston, alguém na platéia jogou uma moeda na direção de Morrissey, acertando-o na cabeça. Mozza abandonou o palco depois de apenas 2 minutos e só voltou ao Guildhall depois de 14 anos. Uma semana depois, um fã superprotetor em Newport puxou Morrissey agressivamente para o meio da multidão. Como não gostava de ser tratado com grosseria, Mozza cancelou o restante do show e foi embora.

The Stone Roses no Reading Festival, agosto de 1996

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Apenas seis anos depois da glória de "Spike Island", The Roses mancava em direção a seu final pateticamente no Reading Festival. Reni e John Squire já haviam saído da banda, deixando Ian Brown e Mani para se lamuriar. Tristemente, Ian Brown fez uma das apresentações mais atrozes de todos os tempos, enquanto o restante da banda mostrava o mesmo nível de desinteresse. Essa foi a deixa para uma tempestade de objetos sendo atirados ao palco pelo público. A banda se separou pouco depois.

Metallica no Estádio Olímpico de Montreal, 8 de agosto de 1992

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A oitava noite da turnê em conjunto se tornou um desastre quando o líder do Metallica, James Hetfield, pisou perto demais de uma explosão pirotécnica durante a música de abertura, "Fade To Black". O Metallica abandonou o show e o Guns N Roses frustrou os fãs quando abandonou cedo o palco depois que Axl Rose reclamou de dor de garganta. Hetfield sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus e teve que ficar sem tocar guitarra por uma boa parte do restante da turnê.

Qualquer show de GG Allin

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É difícil escolher um único show de GG Allin, porque todos eram desastrosos. Seus shows resultavam em equipamentos e lugares destruídos e acabavam quando alguém chamava a polícia. Ele se mutilava no palco e as turnês o deixavam com diversso ossos fraturados. Allin também foi acusado de agressão e ataque várias vezes e jogava até excremento no público. Depois de várias ameaças de que cometeria suicídio no palco, o doente mental Allin acabou morrendo de overdose de heroína em 1993.

Guns n Roses no Monsters of Rock, Donington, agosto de 1988

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Tocando com o KISS e Iron Maiden no festival britânico, houve uma tragédia no show do Guns N Roses. O público de 100.000 pessoas começou a empurrar, fazendo com que Axl Rose implorasse para que parassem. Infelizmente, foi inútil, e duas pessoas na platéia foram pisoteadas até a morte. Apesar dos esforços da banda, alguns setores da mídia colocaram a culpa parcialmente nela pelas mortes, por ter continuado a tocar quando a multidão começou o tumulto.

The Kinks no The Capitol Theatre, Cardiff, 1965

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Desde que entrou pra banda, no ano anterior, a relação do baterista Mick Avory com Dave, irmão mais novo de seu melhor amigo, Ray Davies, foi marcada pela tensão. Eles brigaram no palco várias vezes, mas talvez a mais infame tenha sido em Cardiff, quando Avory atingiu seu inimigo violentamente na cabeça com um pedal de bateria. 20 anos depois, Avory saiu da banda devido a sua má relação com Dave Davies. Ray ficou devastado com a decisão.

David Bowie em Oslo, julho de 2004

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Garrafas normalmente são a arma preferida nesta lista de shows desastrosos, mas na Noruega, há alguns anos, David Bowie quase ficou cego por causa de um pirulito. O doce ficou impressionantemente alojado no olho da lenda da música, mas não houve danos graves. Ele continuou com o show, apesar do olho vermelho, e publicou esta mensagem em seu website logo depois: "Pensem muito antes de jogarem qualquer coisa em direção ao palco."

Guns n Roses no Riverport Amphitheatre, Missouri, 2 de julho de 1991

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O sempre pedante Axl Rose pulou no meio do público para abordar um fã que, aparentemente, estava gravando o show em vídeo. Depois que a segurança não tomou nenhuma ação, Rose declarou: "Bem, graças à porcaria da segurança, vou pra casa!" e jogou o microfone no chão antes de sair. Quando Slash e companhia o seguiram, a multidão começou um tumulto, resultando em dezenas de feridos. Rose foi acusado de incitar o tumulto.

Stooges no Detroit Michigan Palace, em outubro de 1973 e fevereiro de 1974

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Iggy sempre foi familiar com um show caótico, mas estes dois são os mais infames devido ao álbum ao vivo 'Metallic K.O'. O público de motoqueiros era hostil e Iggy ousadamente alimentava isso; 'Louie, Louie' tinha o verso improvisado "You biker faggot sissies" [Seus motoqueiros viadinhos]. Ele imediatamente recebeu garrafadas de vidro. O jornalista Lester Bangs disse sobre o álbum: "É um documento do holocausto de Iggy em seu descontrole mais niilista".

The Rolling Stones em Sacramento, Califórnia 1965

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Keith Richards desafiou médicos a sua vida inteira - o fato de que ainda está vivo depois de consumir drogas por décadas é realmente um milagre da ciência. Em 1965, em Sacramento, as cordas da guitarra de Keef tocaram um microfone sem aterramento, resultando em um grande choque elétrico. Os médicos deram uma chance de 50/50 de se recuperar, mas uma hora depois, Keef recuperou a consciência. Diz-se que seus sapatos esponjosos podem ter salvo sua vida.

Altamont Free Festival. 6 de dezembro de 1969 na Califórnia

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Encabeçado pelo The Rolling Stones, o infame grupo Hell's Angels foi contratado para fazer a segurança do evento depois que os organizadores os confundiram com 'nobres selvagens'. Diz-se que os Hell's Angels foram pagos com cerveja e ficaram cada vez mais agitados e violentos à medida que tentavam gerenciar a platéia imensa. Na carnificina que se seguiu, muitos foram feridos e quatro pessoas morreram, incluindo a vítima mais famosa, Meredith Hunter, negro de 18 anos.

Bonnie Tyler / Meat Loaf no Reading Festival, agosto de 1988

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No mesmo final de semana e no mesmo festival, os dois pesos-pesados da música receberam garrafadas com urina do tradicionalmente agressivo público do Reading. Um irado Meat encerrou o show depois de duas músicas, mas Bonnie Tyler provou que é feita de material mais inflexível, enfrentando tudo e concluindo o show.

Nickelback em Portugal, 2002

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A banda de soft-rock pode fazer música da pior espécie, mas não merecia os maus-tratos que recebeu em um show infame em Portugal. O público jogou centenas de garrafas cheias de urina, levando Chad Kroeger e companhia a fugir do palco com nojo. Diferentemente de Daphne e Celeste, o Nickelback não teve colhões para enfrentar a tempestade. O vídeo no Youtube já recebeu centenas de milhares de visitas.

Uriah Heep em Dallas, 1974

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O baixista da banda, Gary Thain, foi eletrocutado acidentalmente por seu instrumento enquanto se apresentava. Ele desmaiou e ficou sufocado. Quando os paramédicos o levaram, ele tinha recobrado a consciência, mas ficou em um estado estupefato. Alguns fãs especulam que este incidente, que deixou Thain em uma dor agonizante, colaborou para sua morte um ano depois por overdose de heroína, aos 27 anos.

Pearl Jam no Roskilde Festival. Junho de 2000

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Durante o show principal na sexta-feira, pessoas no público começaram a empurrar para chegarem mais perto do palco devido a problemas de som. Infelizmente, o chão estava enlameado e muitas pessoas caíram no chão e foram pisoteadas. Nove morreram de sufocamente e muitas mais foram feridas. Em 2002, o Pearl Jam escreveu uma música, 'Love Boat Captain', que fala dolorosamente da tragédia: "Lost 9 friends we'll never know... 2 years ago today" [Perdi 9 amigos que nunca conheceremos... há exatamente 2 anos].

Stone the Crows no Swansea Top Rank, maio de 1972

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Durante o show, o guitarrista do grupo escocês, Les Harvey – irmão mais novo de Alex Harvey, famoso pela Sensational Alex Harvey Band – tocou em um microfone ativo e não aterrado com as mãos úmidas. Ele foi eletrocutado e morreu na hora. Por ter morrido aos 27 anos, ele é um dos membros do infame Clube 27, junto a grandes nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain e Janis Joplin.

Beside em Bandung, Indonésia, fevereiro de 2008

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Depois do show para comemorar o lançamento do álbum mais recente da banda de punk-rock, o público estava tentando deixar o local enquanto, ao mesmo tempo, centenas que tinham ficado para fora tentavam forçar sua entrada. Para completar,diz-se que o local já estava com o dobro de sua capacidade, resultando em um esmagamento monumental. Dez pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.

Mötley Crüe. 12 de outubro de 2005 em Casper, Wyoming

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O baterista da banda, Tommy Lee, sofreu queimaduras nos braços e rosto quando um show pirotécnico elaborado deu muito errado. Um fogo de artifício em estilo candelabro romano foi em direção a Lee enquanto ele estava suspenso 9 metros acima do palco. Felizmente, os ferimentos foram leves e ele conseguiu voltar ao trabalho logo após o show.

Leeds Festival. 26 de agosto de 2002

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No início da manhã de segunda-feira, centenas de pessoas que haviam ido ao festival enlouqueceram, tocando fogo nos banheiros químicos, lixeiras e jogando mísseis na polícia. Foi o segundo ano seguido com violência no Temple Newsham, mas em 2002 isso tomou proporções maiores. Felizmente, ninguém morreu no caos. No ano seguinte, o Leeds Festival foo transferido para o Bramham Park.

referência: whiplash.net

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ninguém entendeu a homenagem a um amigo no novo álbum do Pink Floyd. Que pena...

Esse review foi o "melhor" e de longe o mais sensato que li pelo puteiro chamado internet ...
Realmente críticos devem ser todos ou cornos ou mal amados, o racinha que só faz falar mal de tudo sem nem ter embasamento ( em 99% das vezes se brincar ) ... um VTN pra tudinho ... Pink Floyd RLZ !! 

Erik




Assim que o tal “novo disco do Pink Floyd”, Endless River, vazou pela internet, li um verdadeiro tsunami de críticas negativas. O álbum foi apressadamente enxovalhado de tal forma – “sonolento” foi o adjetivo mais brando que li a respeito dele – que fiquei desconfiado: ou a turma baixou arquivos em mp3 com baixa qualidade de áudio ou ninguém prestou atenção às circunstâncias e o contexto que envolveram esta “raspa de tacho” por parte do guitarrista David Gilmour e do baterista Nick Mason.
Sim, “circunstâncias” e “contexto”. Duas palavras muito negligenciadas em tempos de retardamento mental generalizado que impera no planeta e que sempre ajudam muito na hora de entender qualquer álbum de qualquer artista ou banda.
No caso específico deste Endless River, é preciso que você entenda que tudo o que se ouve aqui é o resultado da reunião de uma série de temas compostos em grande parte pelo tecladista Richard Wright para o álbum Division Bell, de 1994, que foi justamente o disco em ele mais contribuiu com material de sua autoria. Ou seja, tudo aqui tem que ser ouvido dentro daquele contexto. Quem tece críticas negativas a este Endless River sem ter ouvido ou sequer saber do que se trata o álbum anterior está evidentemente repetindo algo que ouviu em algum lugar e achou bacana posar de ‘malvado’.
Só que existe um ponto que deve ser analisado com racionalidade. Arrisco em escrever que Endless River foi a última maneira de atenuar a sensação de culpa de Gilmour e Mason por permitirem que Wright tivesse sido despedido pelo baixista Roger Waters em 1979, na época do The Wall. Quando Wright foi recontratado por Gilmour em oito anos depois, quando o guitarrista já tinha vencido a batalha jurídica contra Waters pelo nome “Pink Floyd” e lançado um álbum que, na verdade, era um disco solo levando o nome da banda, A Momentary Lapse of Reason (1987), isto não eliminou completamente a sensação incômoda da omissão do passado.
E vou além: não descarto a hipótese de surgir mais material do grupo deixado de lado nas gravações de álbuns do passado. Quem conhece a discografia pirata da banda sabe a quantidade de temas e ideias que foram primeiramente testadas no palco e depois abandonadas nas gravações de estúdio por falta de consenso entre seus integrantes.
Acho justo que Gilmour tenha lançado este material, extraído de mais de 20 horas de gravações com temas inéditos, como uma forma de homenagear o amigo, morto em 2008, e não deixar que estes temas tenham sido compostos em vão. O guitarrista e o batera Nick Mason terminaram de arranjar alguns temas até então incompletos. Sem crise.
Não “dormi” durante a audição. Muito pelo contrário! O álbum começa com o som de vozes e lentamente o som de teclados se ergue, como um alvorecer. E assim “Things Left Unsaid” permanece até o seu final. O velho som de órgão Hammond e outros timbres característicos dos teclados que Wright usou nos discos anteriores da banda surgem logo no início “It’s What We Do”, acentuada por violões em momentos ocasionais, com a tradicional e lenta cadência rítmica conduzida por Mason. E tem “aquela” guitarra de Gilmour, sublime como sempre, que ajuda ainda mais a entender o contexto “Division Bell” em que o tema estava inserido na época.
A tensão criada por guitarras, teclados e baterias que reina em “Sum” e “Skins” remete a ideias que a banda registrou em álbuns anteriores – não tem como não lembrar de “On the Run”, do The Dark Side of the Moon e de alguns trechos do The Wall-, enquanto que a delicada “Anisina”, composta por Gilmour, oferece a “saída otimista” para o clima claustrofóbico reinante momentos antes, embora resvalando em certa pieguice na sequência harmônica e no sax meio pentelho que aparece do nada. Já “Talkin’ Hawkin’” poderia ter entrado perfeitamente em Division Bell, principalmente pela melancolia reinante, pontuada pela guitarra sempre bem colocada de Gilmour.
“Calling” e a curta “Surfacing” têm uma serena grandiloquência que demonstra o apreço dos caras pela new age, exemplificado com mais nitidez nos vários temas de curtíssima duração espalhados pelo álbum, como “Ebb and Flow”, “Unsung”, “The Lost Art of Conversation”, “On Noodle Street”, “Night Light”, “Allons-y (1)”, “Autumn ‘68”, “Allons-y (2)”, “Eyes to Pearls”. São exatamente pequenas ideias propostas na época e que tiveram guitarras e outros instrumentos adicionados posteriormente no ano passado em estúdio, junto com outros produtores, como Youth, baixista do Killing Joke, e o guitarrista do Roxy Music, Phil Manzanera.
“Louder Than Words”, a única faixa com vocais – com letra composta pela mulher de Gilmour, Polly Samson – é a pequena tábua no meio do oceano onde se agarram os fãs mais tradicionais da banda, pois é a única que remete ao som que todos conhecem. É emblemática que seja esta a canção a fechar o disco, tanto pela letra, que é uma despedida final de Gilmour e Mason ao espírito de Wright, mas também um recado aos fãs e a todos que não perceberam que este não é um “disco do Pink Floyd como banda”, e sim um “álbum do Pink Floyd como um grupo de amigos”.
Por que será que é tão difícil entender isto?


Fonte:https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mira-regis/

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Pink Floyd: Waters teve que se pronunciar sobre The Endless River

É foda, bem que esses puto poderiam se juntar enquanto ainda estão vivos ... dinheiro não pode ser o problema né ?

Erik

Roger Waters soltou um pronunciamento sobre o vindouro álbum do PINK FLOYD, “The Endless River”.
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“Algumas pessoas estão perguntando a Laurie, minha esposa, sobre um novo álbum que eu estaria lançando em novembro.” Escreveu Waters. “Errhhh? Eu não estou lançando nenhum álbum, eles estão provavelmente confusos. David Gilmour e Nick Mason estão lançando um álbum e é chamado de ‘Endless River’. David e Nick constituem o grupo PINK FLOYD, eu, por outro lado, não sou parte do PINK FLOYD.”
“Eu deixei o PINK FLOYD em 1985. 29 anos atrás.” ele continua. “Eu não tenho nada a ver com qualquer um dos álbuns de estúdio do PINK FLOYD, ‘Momentary Lapse Of Reason’ e ‘The Division Bell’, ou as turnês de 1987 e 1994, e eu não tenho nada a ver com ‘Endless River’. Ufa! Não é tão difícil, pessoal. Prestem atenção.”
Com lançamento previsto para 10 de novembro (11 na América do Norte), “The Endless River” é o primeiro novo álbum do PINK FLOYD em 20 anos.
O projeto traz material gravado por David Gilmour, Nick Mason e Rick Wright durante as sessões de “The Division Bell”, em 1994.

Fonte: whiplash.net

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Pink Floyd: capa de novo disco é de adolescente egípcio/saudita

Do icônico prisma de "The Dark Side of the Moon" ao porco inflável de "Animals", as intenções por trás das capas dos discos do PINK FLOYD ainda geram fervorosos debates entre os fãs.
Agora, um adolescente egípcio foi escolhido para continuar esta linhagem, criando uma imagem memorável para acompanhar o retorno surpresa das lendas do rock em seu primeiro álbum em 20 anos.
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Ahmed Emad Eldin, um quase desconhecido artista digital de 18 anos forneceu a imagem de um homem remando em um rio de nuvens em direção ao horizonte que irá ilustrar "The Endless River", um álbum quase instrumental que será lançado em novembro.
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O álbum é descrito como um "tributo" a Rick Wright, tecladista do PINK FLOYD que morreu em 2008, e contém suas contribuições às sessões de gravação de "The Division Bell", em 1993, aprimoradas por David Gilmour e Nick Mason.
Storm Thorgerson, o designer gráfico cujas capas surreiais para os álbuns clássicos do PINK FLOYD, incluindo "Dark Side..." imensuravelmente aumentou a mística do grupo, morreu ano passado, iniciando uma busca internacional por um sucessor.
Veja abaixo algumas obras de Ahmed
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Confira mais no site abaixo:
https://www.behance.net/aee
Aubrey Powell, parceiro de Thorgerson no estúdio de design Hipgnosis, descobriu Eldin. Powell disse: "Quando vimos a imagem de Ahmed, ela tinha uma ressonância Floydiana instantânea. É enigmática e aberta a interpretações, e é a capa que funciona tão bem para The Endless River".
Nascido em Jeddah, Arábia Saudita, Eldin começou a fazer experiências como artista digital quando tinha 13 anos e agora é mora no Cairo.
Eldin disse ao The Independent: "Uma agência de criação que trabalha para o PINK FLOYD entrou em contato comigo após verificar meus trabalhos através da internet, quando meu trabalho apareceu nas galerias online em behance.net."
Respondendo por e-mail, Eldin descreveu a inspiração por trás de seu projeto: "Pensar sobre a vida e natureza e o que está além do mundo dos fatores encantadoras que nunca vimos é suficiente para criar milhões de diferentes sentimentos incríveis."
"Primeiro, eu desenho um esboço para o que está na minha mente, então eu começo a simular o esboço e a ideia com imagens reais, e isso é chamado de manipulação de fotos."

Fonte: whiplash.net

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Pink Floyd: capa e detalhes de novo álbum

Depois de dizer que o novo álbum é um "retorno aos princípios criativos" de 'Echoes','Shine On You Crazy Diamond' e 'Animals', Pink Floyd revelou a capa, o tracklist e a data de lançamento do novo álbum "Endeless River".
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The Endless River foi registrado durante as sessões do álbum The Division Bell, em 1994. David Gilmour comentou sobre o novo disco: "Ouvimos mais de 20 horas nós três tocando e escolhemos que tipo de música trabalharíamos no novo álbum. Durante o ano passado, nós adicionamos novas partes, regravamos outras e aproveitamos a tecnologia do estúdio para fazer um Pink Floyd do século 21."
O novo álbum da banda britânica será lançado no dia 10 de novembro.
Endless River - Tracklist
Things Left Unsaid
Its What We Do
Ebb and Flow
Sum
Skins
Unsung
Anisina
The Lost Art of Conversation
On Noodle Street
Night Light
Allons-y (1)
Autumn68
Allons-y (2)
Talkin Hawkin
Calling
Eyes to Pearls
Surfacing
Louder Than Words

Fonte: whiplash.net

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Tarja Preta - The Wall Pink Floyd Tributo



Vale lembrar que o show completo está todo registrado no youtube galera ...
Para quem não conhece, basta procurar por "tarja preta recife" no youtube que vão encontrar !!

falow

Erik

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Rock Progressivo e o Punk Rock

Me deparei com essa matéria hoje e achei do caralho!! Principalmente a parte que fala da banda Emerson Lake Palmer ...  não deixem de ler !!

Erik


Antes de qualquer coisa, cabe esclarecer primeiramente o papel do rock na segunda metade do século XX e, em segundo lugar, de uma de suas ramificações, o rock progressivo ou prog rock, prog para os íntimos.
Desde o seu surgimento, por volta de 1955, nos EUA, o rock esteve na frente da maior parte do acontecimentos considerados perigosos e era potencialmente ameaçador para os detentores do poder no mundo ocidental. A mudança dos costumes, revolução sexual, lutas pelos direitos dos negros e dos homossexuais, tudo isso teve como trilha sonora o rock, que no final dos anos 1960 vivia o seu auge.
Acontece que por volta de 1970 o chamado sonho hippie desabou debaixo de muita pancada e tendo como pano de fundo a morte de um negro assassinado por um membro de uma gangue de motoqueiros fascistas no festival de Altamont. Nesse momento chegamos ao ponto em que vou expor o segundo esclarecimento desse artigo.
O rock progressivo já existia em 1970. Tinha sido uma consequência natural da psicodelia, movimento surgido por volta de 1967 que advogava a expansão da mente por meio de “aditivos químicos” e que foi reponsável pelo surgimento de um estilo do rock que primava pela experimentação sonora a qual acabou dando origem ao já citado prog rock no momento em que bandas como KING CRIMSON e PINK FLOYD começaram a lançar álbuns com músicas de 20 minutos ou mais.
Na época, esse estilo era aclamado pela crítica e pelo público, ou parte dele, até que no meio da década surge o punk rock, com suas músicas de três minutos com nenhuma técnica e se sustentando apenas com sua ideologia esquerdista de araque e endeusado por críticos, como a raposa chamada Lester Bangs (apesar de ele ter de desiludido rápido) e todos os seus filhotes (estes ainda se iludem) que estão por aí até hoje, inclusive no Brasil.
Estas pessoas costumam dizer que o rock progressivo era uma música escapista, que ia contra à “estética do pop” onde, para ser bem claro, quanto pior, melhor. Além disso, agora chegamos ao assunto principal deste artigo, diziam (e ainda dizem) que o prog rock era elitista e que o punk trouxe a música de volta ao povo, pois o rock estava cada vez mais distante dele. Como se isso não fosse bastante, dizem também que o rock progressivo transformava artistas em deuses e afastava o público do artista.
Bem, o prog não é totalmente inocente de algumas dessas acusações. Fomentou o endeusamento de ídolos, assim como o próprio punk. Ou Sid Vicious, o baixista do SEX PISTOLS não é um ídolo? Quanto ao afastamento do artista, até mesmo Roger Waters, baixista do PINK FLOYD, ícone do rock progressivo, diz o mesmo. E o punk também pecou nesse aspecto, pois os músicos dessa forma musical nunca evitaram em fazer shows em grandes salas de concertos e, em alguns casos, até mesmo em estádios. Para piorar, os já citados SEX PISTOLS chegaram a fazer apresentações em shopping centers, o que os aproximavam do público, porém expunha o paradoxo que era músicos supostamente esquerdistas e antissistema se apresentando nessas catedrais do capitalismo.
O escapismo estava presente em músicas de bandas progressivas como o YES, porém, músicas de muita gente bem-quista pela esquerda, como MERCEDES SOSA e MILTON NASCIMENTO que foram feitas quando ainda estavam no auge, não tinham nada de politizadas (alguém poderia me dizer qual é a mensagem política da música “Cravo e Canela” do álbum “Clube da Esquina”?), o que nada macula a carreira deles, pois eram artistas que expunham seus pensamentos ocasionalmente, não líderes revolucionários. Afinal, Marx quando quis criticar o capitalismo profundamente, escreveu um livro, não compôs uma música para um grande editor de partituras da Alemanha do século XIX, quase que equivalentes às grandes gravadoras do século XX.
Além disso, músicas como “The Gates of Delirium” do YES, que fazia uma crítica à guerra, ou “21st Schizoid Man” do KING CRIMSON, denunciando a loucura dos tempos modernos, não eram nem um pouco “alienadas”, ao contrário de, digamos, “Pet Sematary” dos RAMONES que falava da importantíssima preocupação dos membros do grupo serem enterrados em um cemitério de animais.
Quanto à questão da “estética pop”, isso só mostra a caretice disfarçada de alguns críticos. ELES querem transformar o rock em algo típico de adolescentes que mal sabem tocar, longe do mundo dos adultos, tornando-o mais inofensivo. Acontece que o rock progressivo, quando nos proporcionava uma cena como uma banda como o EMERSON, LAKE AND PALMER tocando uma peça do compositor erudito MUSSORGISKY, acabava por ridicularizar os clássicos ao tocar em alto volume e adaptar letras a músicas consideradas quase que sagradas por certos músicos de orquestras. Imaginem aquele maestro bem mal-humorado e elitista ouvindo MUSSORGISKY sendo demolido por três cabeludos ingleses e como cereja no bolo, um deles passando um módulo de teclado Moog por entre as pernas durante a execução de “O velho castelo”, uma das partes da suíte “Quadros de uma exposição”? Existe algo mais esquerdista do que pegar uma obra burguesa (mas de qualidade inegável) e transformá-la em algo transgressor?
Esses filhotes de Lester Bangs esquecem que tudo o que o progressivo fez tinha origens na psicodelia, tão amada por quase todos eles, que tinha como característica misturar tudo o que desse na veneta ao rock, derrubando barreiras entre estilos e sem qualquer apego a nenhuma amarra, inclusive ao tal dos três acordes, muito diferente do punk, que em atitude muito autoritária, tratava como traidor do movimento quem tocava uma música um pouquinho mais intrincada.
Para terminar, o punk não trouxe a música de volta ao povo. Ela continuou na mão dos mesmos donos de gravadoras que viram em bandas como SEX PISTOLS e RAMONES e cantores como ELVIS COSTELLO (que gravou recentemente alguns álbuns de música clássica, bem piores e mais elitistas do que qualquer coisa que o tecladista do YES, RICK WAKEMAN, tenha feito em sua pior fase) uma grande oportunidade de ganhar muito dinheiro facilmente em uma época de crise econômica.
O rock progressivo tem vários aspectos questionáveis, porém aqueles que atiram pedras contra ele costumam ter seus podres também. Talvez seja hora de reconhecer que estas bandas dos anos 70, que influenciaram muitos artistas de diferentes estilos, como por exemplo, MILTON, LÔ BORGES e todos os músicos DO CLUBE DA ESQUINA, fizeram música de qualidade, bem feita e bem trabalhada. Não quero dizer que a simplicidade é ruim e que apenas a sofisticação é boa, até porque muitas bandas progressivas fizeram músicas bem simples (ouçam “One of These Days” do PINK FLOYD), mas obrigar a todos os artistas a fazerem música de três acordes para não serem atacados é algo no mínimo questionável.


Fonte: whiplash.net

quinta-feira, 12 de julho de 2012

THE WALL - TRIBUTO

Pessoal no próximo dia 04/08 rolará um mega tributo ao Pink Floyd onde será executado na integra o multiplatinado album The Wall! Além do album na integra sincronizado com um telão, também haverá execução de outros classicos do Pink Floyd que não poderiam ficar de fora ... 3 horas de show para fã nenhum sair achando pouco! VIDEO PREVIEW DO SHOW!
Até lá ! Erik