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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ESPECIAL DE NATAL - POBRE STAR UNDERGROUND!

Fala galera do underground!  Agora temos uma página do Pobre Star, acessem ai ...
Pobre Star ( www.pobrestar.com.br )!

Vamos curtir o especial de natal do underground!  Vamos simbora galera do undeground!!


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Black Fraude!!! Avise aquela sua tia gorda!!! ( Black Friday)

Fala galera do underground,  vídeo novo no Canal Vida de rock n roll Pobre Star!  Soltando o verbo sobre essa famigerada Black Friday,  que tem em seu core ludibriar com promoções meia boca, e preços do tipo " metade do dobro" para enganar aquela sua tia velha que fica mandando spam pelo whatszap!

Curtam o vídeo , inscrevam-se no canal e compartilhem para dar uma moral!  =D

Erik


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Como fazer cerveja Gourmet do Underground - by Pobre star

Galera do Underground saquem esse vídeo novo onde passou uma receita secreta do underground, de como fazer uma cerveja gourmet pressão!!

Peguem o caderninho e anotem tudo!!
falow!  até o próximo vídeo!

Erik


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Gírias de Recife PARTE 2 - Explicadas pelo Pobre Star!



Bora aêêê galera do underground!  Chegou a PARTE 2 do vídeo das gírias de Recife, tá uma resenha do caralho! vamos curtir e compartilhar com a galera para fortalecer o Canal e instigar fazer novos vídeos psicodélicos!!!

falow

Erik


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Gírias de Recife - Canal Vida de Pobre Star!!

Aeee galera do UNDERGROUNNNDDDD .. vídeo novo no Canal !! se liguem ai nas paradas!!
Hoje o tema é polêmico !!!  Gírias de Recife!! vamos simbora! 

Compartilhem !!!   =D

Erik


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A sua coleção de CDs pode valer uma pequena fortuna!

Bom eu tenho a minha coleção, que nunca deixou de crescer, cheia de raridades e vocês?

Recentemente deixei uns 200 vinis com um amigo meu vendedor do Mercado Livre para "dar fim"  nesse material, por falta de espaço mesmo em minha residência! 

Eu amo cds!  =)  e na minha coleção nem minha mulher pega! 

 

falow galera do underground! 

Erik

 

 

A sua coleção de CDs pode valer uma pequena fortuna, e você nem sabia disso


Ok, todos mundo agora ama vinil. Parece bom, cheira bem e ter uma coleção de LPs faz as pessoas pensaram coisas boas a seu respeito. Mas você sabe o que também pode ser interessante? Isso mesmo: a sua coleção de CDs. Espere: você não jogou fora a sua coleção, não é mesmo? Você não doou seus discos para uma instituição perto da sua casa, certo? Bem, depois de ler essa matéria pode ser que você queira recomprar tudo de volta

Tudo porque os CDs velhos que você tem aí na sua casa e pensa que não valem nada, podem estar com a cotação um pouco mais alta do que você imagina. A empresa de entregas Fastline Digital elaborou um relatório mostrando quais são os CDs mais valiosos do mercado atualmente, e os resultados são suficientes para fazer você revirar o sótão e tirar a poeira daqueles discos que nem lembrava que tinha.

Abaixo estão cinco CDs raros que estão à venda ou foram vendidos recentemente por um valor bastante alto. A maioria ainda estão disponíveis para compra, caso você esteja com o bolso cheio e decida investir em alguns títulos.

Supomos que faz algum sentido gênios falecidos como David Bowie e Michael Jackson terem CDs raros com seus nomes na capa, mas não é estranho que artistas como Coldplay e Eminem estejam também na lista? Como ambos são bastante populares, você pagaria milhares de reais por um pedaço de plástico com o nome de ambos na capa?


Michael Jackson - Smile (1997)
Valor estimado: 1.200 libras (aproximadamente 4.560 reais)

O que é? 
Um único CD single por quase R$ 5 mil? Legal! Segundo o site de colecionadores de Michael Jackson MJ Collectors, este preço é aplicável somente aos exemplares de origem austríaca. O lançamento no país foi cancelado, com supostamente todas as cópias sendo destruídas, mas algumas poucas já haviam sido colocadas à venda. Há algumas falsificações rolando, mas o site mostra como identificar o original.


Coldplay - The Safety EP (1998)
Valor estimado: 2 mil libras (aproximadamente 7.600 reais)

O que é?
Sim, bem estranho. Especialmente levando-se em conta que este EP possui apenas três músicas: “Bigger Stronger”, “No More Keeping My Feet on the Ground” e “Such a Rust”. A banda lançou o disquinho de forma independente e com tiragem limitada a apenas 500 cópias, e segundo informação do Discogs a maioria destas cópias foram dadas para para amigos, familiares e executivos de gravadoras, com poucas chegando ao consumidor final.


The Rolling Stones - Steel Wheels Japan Tour (1990)
Valor estimado: 2 mil libras (aproximadamente 7.600 reais)

O que é?
Uma compilação com performances gravadas ao vivo durante a turnê japonesa de 1989, e que estava disponível apenas no Japão para fins promocionais (ou seja, não foi colocada para venda em lojas, foi um item distribuído para a imprensa, radialistas e afins). O CD vem acompanhado de um livreto de sete páginas. Você pode comprar um carro modesto ou este CD, a escolha é sua.


David Bowie - Sound + Vision (1989)
Valor estimado: 4.100 libras (aproximadamente 15.500 reais)

Somente 350 cópias desta compilação foram prensadas, o que só fez subir o preço desde que o primeiro item foi anunciado no eBay, em dezembro de 2013. São 49 faixas - entre canções ao vivo e em estúdio - mais o vídeo “Ashes to Ashes, tudo acompanhado por um livreto de 72 páginas e com os discos acondicionados em uma caixa especial. Uma verdadeira barganha, não é mesmo?


Eminem - Slim Shady EP (1997)
Valor estimado: 9.800 libras (aproximadamente 37 mil reais)

Sério, o que é isso? Ok, é uma grande canção, mas algumas das faixas são apenas esquetes. Não é um bom negócio, definitivamente! Apenas 500 cópias deste CD foram prensadas, e apenas metade delas foram realmente vendidas. O CD entrou para a história porque porque mostra Eminem encontrando a sua persona musical violenta, soltando a voz contra Jimmy Iovine, da gravadora Interscope. No Discogs é fácil de achar por um preço bem mais razoável.

Texto escrito por Jordan Bassett, da NME
Tradução de Ricardo Seelig
Referência: http://www.collectorsroom.com.br

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A maldição dos 27 - Rockeiros que morreram aos 27 anos.

Nesta lista infelizmente também entrou meu grande amigo Felipe, ex-vocalista guitarrista do Masterdomme!
R.I.P.

Erik



O número de roqueiros que foram tirados de nós muito cedo - seja por acidente, violência ou homicídio - é obviamente muito grande. O fato de tantos dos maiores e mais influentes talentos da história do rock morrerem aos 27 anos é ainda mais bizarro, e quando você pensa nisso, é realmente assustador.
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Ao longo dos anos, as histórias por trás das mortes dos membros do agora chamado "Clube dos 27" têm crescido cada vez mais, de forma excessiva. Com material da cobertura oficial para elaborar um enredo, e até mesmo suspeitas de pacto com o demônio, surgiram hipóteses para tentar encontrar algum sentido nestas perdas trágicas.
O levantamento abaixo foi feito pelo Ultimate Classic Rock em parceria com o site Diffuser.fm.

JIMI HENDRIX

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De todos os roqueiros que morreram aos 27 anos, talvez nenhum tenha deixado o mundo com um senso tão escancarado de "o que poderia ter sido" quanto Jimi Hendrix, que morreu asfixiado no apartamento de sua namorada, em Londres, dia 18 de setembro de 1970.Sua incomparável habilidade para se expressar e inovar na guitarra, assim como seu desejo sem fim de redefinir tudo sobre o que o rock poderia ser e como este se apresentava, comprova isso, mas certamente os quatro álbuns originais que temos que ouvir de Hendrix foram somente uma dica do que poderíamos ter acompanhado com mais tempo. Infelizmente a combinação de vinho tinto e calmantes (supostamente, mais do que o necessário) tirou tudo isso de nós.

BRIAN JONES, DOS ROLLING STONES

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Em 3 de julho de 1969, apenas um mês depois de ter sido chutado do famoso grupo que ele ajudara a formar - os Rolling Stones - o guitarrista e multi-instrumentista Brian Jones se afogou em sua própria piscina.Jones, um gênio do slide em guitarra, que queria ser o líder dos Stones enquanto eles tocavam músicas com uma base de blues mais tradicional, foi lentamente posto de lado em favor da impressionante habilidade de composição (e presença carismática no palco) de Mick Jagger e Keith Richards. Depois de ele ter contribuído com apenas duas músicas no álbum "Let it Bleed", de 1969, os problemas com o abuso de substância químicas de Jones - incluindo uma prisão que ameaçava sua capacidade de turnê no exterior - passaram dos limites para seus companheiros de banda. Acredita-se que esses mesmos problemas contribuíram também para sua própria morte por afogamento.

JIM MORRISON, DO THE DOORS

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O clima de mistério criado pela música do The Doors, sobretudo o carismático frontman Jim Morrison, contribuiu para tornar mais difícil para algumas pessoas acreditarem que ele está realmente morto. Claro, o fato de uma autópsia nunca ter sido feita não ajuda, também.Conforme noticiado, o vocalista morreu em 3 de julho de 1971 – mais um, aos 27 anos - de falência cardíaca, na banheira de seu apartamento em Paris. De acordo com as leis francesas, uma vez que não tenham existido sinais de crime, nenhuma investigação adicional foi realizada. Apesar disso, muitas pessoas suspeitam que Morrison na verdade morreu de overdose de heroína, possivelmente no box do banheiro de um clube das redondezas. Ou... talvez ele forjou tudo isso e está criando cavalos em Oregon.

PIGPEN, DO GRATEFUL DEAD

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O tecladista e vocalista Ron "Pigpen" McKernan, do Grateful Dead, morreu aos 27 anos no dia 8 de março de 1973, por hemorragia interna causada por excesso de bebida.Pigpen (chiqueiro, em inglês), que aparentemente ganhou esse apelido, como você pode imaginar, pela falta de higiene pessoal e uma abordagem geralmente desleixada da vida, é creditado por ter alavancado o Dead, em meados dos anos 60, e servir como o primeiro frontman da banda. Após viajar com a banda por anos e trabalhar em vários dos importantes álbuns do começo da carreira, problemas de saúde causados por seu vício o forçaram a deixar o Dead em 1972. Menos de um ano depois, ele morreu.

JANIS JOPLIN

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Janis Joplin, estrela individual e vocalista do Big Brother and the Holding Company, morreu aos 27 anos, em 4 de outubro de 1970, por overdose de heroína. A distinta vocalista teve uma longa história de problemas com drogas e álcool.De acordo com a revista Rolling Stone, Joplin foi encontrada morta no Hotel Landmark de Los Angeles, com marcas recentes de agulhas no braço e segurando $4,50 na mão. Tem sido especulado que seu fornecedor teria acidentalmente vendido a ela e vários outros clientes uma dose exageradamente forte da droga. Ela estava no processo de conclusão do que veio a ser seu álbum solo póstumo "Pearl", lançado em 1971, tendo acabado a faixa a capela "Mercedez Benz" três dias antes.

ROBERT JOHNSON

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O lendário bluesman Robert Johnson, cujas músicas já foram gravadas por Rolling Stones, Bob Dylan, Eric Clapton, Allman Brothers e vários outros gigantes do rock, morreu aos 27 anos, em 1938.Como sabemos pouco sobre Johnson - que gravou pouco mais de duas dúzias de músicas, incluindo "Dust my Broom" e "Sweet Home Chicago" em sua vida absurdamente curta - alguns mitos e rumores bem malucos sobre ele ganharam espaço no imaginário de muita gente. Há rumores de ele ter vendido sua alma para o demônio, e de ter morrido após ter sido envenenado pelo namorado ciumento de uma mulher com quem ele estava conversando, que assim como o famoso caça talentos John Hammond, estava tentando entregar a ele uma passagem só de ida para a fama e fortuna.

PETE HAM, DO BADFINGER

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Em 24 de abril de 1975, apenas três dias antes de seu 28° aniversário, o vocalista e guitarrista do Badfinger, Pete Ham, cometeu suicídio, supostamente por estar decepcionado com sua pobre situação financeira e uma batalha judicial em andamento com o empresário da banda, Stan Polley.De acordo com a revista Rolling Stone, Ham deixou uma nota perto de seu corpo dizendo "Stan Polley é um bastardo desalmado". Seus companheiros de banda disseram que o empresário tinha sonegado informações financeiras deles. Apesar de compor vários hits da banda, incluindo "Day After Day" e "No Matter What", Ham aparentemente se encontrou falido e preocupado em como ajudar sua criança que estava prestes a nascer, o que aparentemente influenciou em sua trágica decisão.

DAVE ALEXANDER, DO STOOGES

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Dave Alexander, que se juntou ao Iggy Pop e irmãos Asheton para formar o Stooges em 1967, morreu aos 27 anos em 1975, de pneumonia e uma inflamação no pâncreas.O baixista, que trabalhou nos dois primeiros álbuns, pioneiros do punk-rock ("The Stooges" de 1969 e "Fun House" de 1970), foi demitido do grupo em 1970, alegando que ele havia perdido o interesse nos ensaios e ficava muito bêbado para tocar em um grande festival em Michigan, estado natal da banda. Seu problema com a bebida supostamente contribuiu para sua morte prematura, cinco anos depois.

KURT COBAIN

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Foi o tiro ouvido ao redor do mundo ["shot heard around the world" é uma expressão que representa diversos incidentes históricos], sobretudo dias depois que alguém descobriu que ele estava morto. Em 5 de abril de 1994 o suicídio de Kurt Cobain foi um paradoxo terrível: totalmente inesperado, ainda que em retrospecto, de alguma forma tudo era previsível. O vocalista do Nirvana esteve na luz dos holofotes por menos de três anos, quando tirou sua vida, reforçando a teoria do clube dos 27 e silenciando a marcante voz de uma geração com um tiro de espingarda.

AMY WINEHOUSE

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Amy Winehouse já havia sido considerada uma figura trágica quando morreu por intoxicação alcoólica, em 23 de julho de 2011. Winehouse passou por muito sofrimento em público devido a abusos de drogas e álcool, o tempo todo esfregando o nariz durante o primeiro hit, "Rehab" ("Eles tentam me fazer ir para a clínica de reabilitação, eu digo não, não, não."). Ninguém pareceu muito surpreso por sua morte fora de hora - o que, de certo modo, fez com que todos se sentissem culpados por isso. Nossa cultura de celebridade ama ver estrelas despencando, depois se recuperando graciosamente, mas Winehouse infelizmente só despencou.

KRISTEN PFAFF, DO HOLE

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O mundo da música ainda se recuperava da morte prematura de Kurt Cobain quando a baixista do Hole, Kristen Pfaff, morreu de overdose de heroína em 16 de junho de 1994, aos 27 anos. Não ajudou o fato da líder de sua banda ser Courtney Love, viúva de Cobain, de luto. Kristen foi "brilhante, atraente, maravilhosa... muito, muito talentosa, esperta e ela sempre pareceu estar no controle de suas circunstâncias", seu pai, Norman Pfaff, disse ao Seattle Times um dia após sua morte. "Na noite passada, ela não estava".

CHRIS BELL, DO BIG STAR

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Chris Bell ganhou lugar no infame clube dos 27 quando, em 27 de dezembro de 1978, ele perdeu o controle do compacto carro esporte Triumph TR-7. Ele dirigia para casa depois de uma visita, tarde da noite, ao restaurante de seu pai em Memphis, Tennessee, batendo em um poste ao lado da estrada e morrendo na hora. Bell foi membro fundador da influente banda power pop Big Star, mas saiu em 1972, após o álbum de estreia, "#1 Album", não ter feito sucesso.

MIA ZAPATA, DO THE GIFTS

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The Gits foi uma banda promissora do punk de Seattle, à beira de grandes feitos na explosão da cena alternativa dos anos 90, quando a vocalista Mia Zapata foi sequestrada na manhã de 7 de julho de 1993, depois de sair do apartamento de um amigo em Capitol Hill. Seu corpo foi encontrado menos de duas horas depois; ela foi espancada, estuprada e estrangulada até a morte aos 27 anos. Infelizmente uma das jovens estrelas mais brilhantes de Seattle foi apagada antes que pudesse realmente brilhar.O assassinato de Zapata foi destaque no "Mistérios não resolvidos", mas continuou um caso obscuro até que o pescador da Flórida, Jesus Mezquia, foi condenado pelo crime, mais de uma década depois.

JEREMY MICHAEL WARD, DO THE MARS VOLTA

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Jeremy Michael Ward foi parte integral do Mars Volta - apesar de que você não saberia disso se o tivesse acompanhado ao vivo, durante seus primeiros três anos com a roupagem de progressivo experimental. Ward foi um cara por trás das cenas, contribuindo nas músicas com loops, samples e sonoridades que ele trabalhava com um extensivo arsenal de pedais de efeitos e sintetizadores, que ele manipulava enquanto ficava nos bastidores. Seu tempo nesta terra foi cortado em 25 de maio de 2003, ele morreu tragicamente de uma overdose de drogas, alguns meses antes do lançamento do álbum de estreia do Volta, "De-Loused in the Comatorium".

D. BOON, DO MINUTEMEN

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O rock alternativo ainda era verdadeiramente underground quando o vocalista e guitarrista D. Boon ajudou da Califórnia a banda de post-punk Minutemen, em 1980. O grupo nunca vendeu muitos discos, mas sua influência no mundo do rock é inegavelmente sentida até hoje. Os membros do Minutemen foram verdadeiros guerreiros na estrada, deixando suas casas por vários meses cada turnê. Isso durou até a turnê em que Boon morreu, em 22 de dezembro de 1987, quando a van da banda sofreu um acidente perto de Tucson, Arizona. Em nota a banda diz "Ele faz, evidentemente, muita falta".

RICHARD TURNER, DO FRIENDLY FIRES

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O trompetista Richard Turner, que excursionava com o Friendly Fires, estava nadando em uma piscina em South London, em 19 de agosto de 2011, quando de repente teve um ataque cardíaco. Salva-vidas próximos e a equipe de emergência não foram capazes de reanimar o músico de 27 anos, que morreu de um rompimento de aneurisma na aorta. "Ele era um músico totalmente excepcional e suas contribuições para nossos shows farão muita falta", diz uma nota da banda.

RICHEY JAMES EDWARDS DO MANIC STREET PREACHERS

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Registros oficiais apontam que o compositor e guitarrista do Manic Street Preachers, Richey James Edwards, foi "dado como morto" depois do roqueiro galês ter desaparecido misteriosamente, aos 27 anos, em 1995. Seu corpo nunca foi encontrado, tendo deixado a porta aberta para teorias conspiratórias e fãs excessivamente otimistas, mantendo a esperança de que ele pode reaparecer algum dia. Isso, claro, não é muito provável, uma vez que seu carro foi encontrado perto de um ponto conhecido por suicídios e nenhuma aparição de Edwards foi registrada. Ainda assim, melhor considerar sua participação no clube dos 27 como condicional. O Manics eventualmente continuou sem ele, embora tenham mantido um percentual dos lucros reservados, caso ele retorne



Referência:  http://whiplash.net

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Canal Youtube - Vida de Rock n Roll Pobre Star!


Inaugurei o meu canal no YouTube  - Vida de Rock n Roll Pobre Star!
Vai rolar só doidera!! No primeiro vídeo mostro como rebocar e pintar a parede do seu quarto do modo
rock n roll pobre star!  Assistam e compartilhem, logo mais tem mais!

falow

Erik

Canal - Vida Rock n Roll Pobre Star!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ninguém entendeu a homenagem a um amigo no novo álbum do Pink Floyd. Que pena...

Esse review foi o "melhor" e de longe o mais sensato que li pelo puteiro chamado internet ...
Realmente críticos devem ser todos ou cornos ou mal amados, o racinha que só faz falar mal de tudo sem nem ter embasamento ( em 99% das vezes se brincar ) ... um VTN pra tudinho ... Pink Floyd RLZ !! 

Erik




Assim que o tal “novo disco do Pink Floyd”, Endless River, vazou pela internet, li um verdadeiro tsunami de críticas negativas. O álbum foi apressadamente enxovalhado de tal forma – “sonolento” foi o adjetivo mais brando que li a respeito dele – que fiquei desconfiado: ou a turma baixou arquivos em mp3 com baixa qualidade de áudio ou ninguém prestou atenção às circunstâncias e o contexto que envolveram esta “raspa de tacho” por parte do guitarrista David Gilmour e do baterista Nick Mason.
Sim, “circunstâncias” e “contexto”. Duas palavras muito negligenciadas em tempos de retardamento mental generalizado que impera no planeta e que sempre ajudam muito na hora de entender qualquer álbum de qualquer artista ou banda.
No caso específico deste Endless River, é preciso que você entenda que tudo o que se ouve aqui é o resultado da reunião de uma série de temas compostos em grande parte pelo tecladista Richard Wright para o álbum Division Bell, de 1994, que foi justamente o disco em ele mais contribuiu com material de sua autoria. Ou seja, tudo aqui tem que ser ouvido dentro daquele contexto. Quem tece críticas negativas a este Endless River sem ter ouvido ou sequer saber do que se trata o álbum anterior está evidentemente repetindo algo que ouviu em algum lugar e achou bacana posar de ‘malvado’.
Só que existe um ponto que deve ser analisado com racionalidade. Arrisco em escrever que Endless River foi a última maneira de atenuar a sensação de culpa de Gilmour e Mason por permitirem que Wright tivesse sido despedido pelo baixista Roger Waters em 1979, na época do The Wall. Quando Wright foi recontratado por Gilmour em oito anos depois, quando o guitarrista já tinha vencido a batalha jurídica contra Waters pelo nome “Pink Floyd” e lançado um álbum que, na verdade, era um disco solo levando o nome da banda, A Momentary Lapse of Reason (1987), isto não eliminou completamente a sensação incômoda da omissão do passado.
E vou além: não descarto a hipótese de surgir mais material do grupo deixado de lado nas gravações de álbuns do passado. Quem conhece a discografia pirata da banda sabe a quantidade de temas e ideias que foram primeiramente testadas no palco e depois abandonadas nas gravações de estúdio por falta de consenso entre seus integrantes.
Acho justo que Gilmour tenha lançado este material, extraído de mais de 20 horas de gravações com temas inéditos, como uma forma de homenagear o amigo, morto em 2008, e não deixar que estes temas tenham sido compostos em vão. O guitarrista e o batera Nick Mason terminaram de arranjar alguns temas até então incompletos. Sem crise.
Não “dormi” durante a audição. Muito pelo contrário! O álbum começa com o som de vozes e lentamente o som de teclados se ergue, como um alvorecer. E assim “Things Left Unsaid” permanece até o seu final. O velho som de órgão Hammond e outros timbres característicos dos teclados que Wright usou nos discos anteriores da banda surgem logo no início “It’s What We Do”, acentuada por violões em momentos ocasionais, com a tradicional e lenta cadência rítmica conduzida por Mason. E tem “aquela” guitarra de Gilmour, sublime como sempre, que ajuda ainda mais a entender o contexto “Division Bell” em que o tema estava inserido na época.
A tensão criada por guitarras, teclados e baterias que reina em “Sum” e “Skins” remete a ideias que a banda registrou em álbuns anteriores – não tem como não lembrar de “On the Run”, do The Dark Side of the Moon e de alguns trechos do The Wall-, enquanto que a delicada “Anisina”, composta por Gilmour, oferece a “saída otimista” para o clima claustrofóbico reinante momentos antes, embora resvalando em certa pieguice na sequência harmônica e no sax meio pentelho que aparece do nada. Já “Talkin’ Hawkin’” poderia ter entrado perfeitamente em Division Bell, principalmente pela melancolia reinante, pontuada pela guitarra sempre bem colocada de Gilmour.
“Calling” e a curta “Surfacing” têm uma serena grandiloquência que demonstra o apreço dos caras pela new age, exemplificado com mais nitidez nos vários temas de curtíssima duração espalhados pelo álbum, como “Ebb and Flow”, “Unsung”, “The Lost Art of Conversation”, “On Noodle Street”, “Night Light”, “Allons-y (1)”, “Autumn ‘68”, “Allons-y (2)”, “Eyes to Pearls”. São exatamente pequenas ideias propostas na época e que tiveram guitarras e outros instrumentos adicionados posteriormente no ano passado em estúdio, junto com outros produtores, como Youth, baixista do Killing Joke, e o guitarrista do Roxy Music, Phil Manzanera.
“Louder Than Words”, a única faixa com vocais – com letra composta pela mulher de Gilmour, Polly Samson – é a pequena tábua no meio do oceano onde se agarram os fãs mais tradicionais da banda, pois é a única que remete ao som que todos conhecem. É emblemática que seja esta a canção a fechar o disco, tanto pela letra, que é uma despedida final de Gilmour e Mason ao espírito de Wright, mas também um recado aos fãs e a todos que não perceberam que este não é um “disco do Pink Floyd como banda”, e sim um “álbum do Pink Floyd como um grupo de amigos”.
Por que será que é tão difícil entender isto?


Fonte:https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mira-regis/

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Iron Maiden: banda faz a festa em pub da Noruega


Se o Tarja Preta tivesse dinheiro pra gastar ... com 1/10 da equipe do Iron Maiden  agente bateria essa conta fácil em qualquer boteco aqui em Recife!!!

Erik

De acordo com o jornal norueguês Bergens Tidende, os membros do IRON MAIDEN e toda a sua equipe "não pouparam nenhuma despesa" na visita ao Pub Irlandês Finnegan's em Bergen, Noruega, segunda-feira, 09 de agosto de 2010 - dois dias antes da apresentação da banda na cidade. Os 20.109 NOK (Coroas Norueguesas) da conta do bar (aproximadamente R$5.700) foram referentes a 78 Canecas de Guinness, 32 copos de Heineken, 57 garrafas da cerveja Hansa, 27 doses do coquetel 'Slippery Nipple' entre outras coisas.
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Vários membros do IRON MAIDEN também visitaram o pub na véspera e no dia seguinte ao concerto em Bergen. "Com base no que ouvimos, a banda estava feliz", disse o bartender Fredrik Larseno ao Bergens Tidende. "Eles se misturavam com outros convidados e pareciam se divertir. Entre banda e equipe, eram muitas pessoas, especialmente na segunda-feira, que foi o único dia em que as bebidas estavam na mesma fatura. Nos outras dias, todos eles pagavam separadamente", acrescentou Larsen, que ainda disse que os Rockstars se comportaram com cortesia.

Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Proximo show do Tarja Preta marcado!

Aee galera, depois desses meses em standby, esperando a volta do guitarrista da clinica de reabilitação ...  Já fechamos o próximo show, que será no Downtown em Novembro e será um show tributo!! esperem por mais novidades !!!

abraço

Erik

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Tarja Preta - nova tour a caminho ... aguardem !



Estamos em contato com alguns lugares novos para tocar, (e velhos também ) !  Aguardem em breve novidades para vocês ... uma coisa podemos garantir,  muito rock n roll  rolará nessa cidade !
Provavelmente vamos experimentar novas roupagens de shows ... acústico Tarja Preta! e aí seria uma boa ??  Esperem por novidades !!! 

Erik.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Banda para tocar rock n roll em casamento - Tarja Preta

Oi se você está pensando em casar e curte um rock n roll da porra,  não quer botar para tocar essas bandinhas de orquestra que sempre tocam as mesmas musicas pau no cú ?  Então porque não chamar o Tarja Preta para fazer a zona ?? !! 
Já tocamos em alguns eventos e foi sucesso absoluto!!  Vou postar algumas fotos ...

A vele lembrar que o repertório é só rock n roll ... nada de pagode hein ! :D

Falow


Erik