quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Livro: O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgákov Resenha

Galera, esse livro " O Mestre e a Margarida" foi um grande achado que fiz na net, realmente a história é para se fuder, livro muito louco, ainda não o terminei, mas já passei da metade, e afirmo que quanto mais você vai avançando no livro, ele fica mais tenso e psicodélico!  Mostrei para um amigo meu o mesmo, e pirou geral ... com certeza é um livro totalmente diferente de muitas laranjas mecânicas e Stephen Kings por ai ...  recomendo 10/10 ler essa porra! A lembrando que esse livro tem uma bagagem muito pesada onde na época rolou censura e taxação como satanista e o caralho ...

Erik

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... quem és, afinal? 

– Sou parte da força que eternamente deseja o mal e eternamente faz o bem. 

Fausto, Goethe 

Capa do livro, publicado
no Brasil pela editora
Alfaguara
Em plena Moscou stalinista, um “camarada” apelidado Mestre ousa escrever um romance sobre Pôncio Pilatos, narrando com detalhamento digno de um realista russo o calvário de Yeshua ha-Notzri (Jesus de Nazaré, em hebraico), até ser pendurado na cruz e morto, apesar da tênue tentativa do promotor de Yerushalaim (Jerusalém), o próprio Pilatos, de persuadir os representantes de Roma que aquele pobre diabo merecia o salvo-conduto da Páscoa. Quando a história é levada para a aprovação oficial, como não poderia deixar de ser, é massacrada pela crítica adepta do regime. “O que o camarada está pensando? Deu para escrever sobre crendices agora?”, devem ter comentado os membros da Massolit, espécie de secretaria responsável pela publicação de livros no regime soviético. Amargurado pela rejeição, o Mestre decide queimar seu romance na lareira de casa. Só que, como lhe diz o diabo em pessoa alguns dias depois, seria impossível livrar-se assim daquela história. Afinal, manuscritos não ardem. 

Essa é uma parte da trama de O Mestre e Margarida, romance do escritor ucraniano Mikhail Bulgákov (1891-1940). Iniciado em 1928, o livro só foi finalizado doze anos depois, semanas antes da morte do escritor. A epopeia para terminar o livro, que fique claro, não foi nada acidental. Bulgákov, durante a revolução de 1917, lutara pelo exército branco, contrarrevolucionário, uma condenação à categoria de escritor maldito depois que os vermelhos tomaram o poder. Era o extremo oposto de Gorki, o romancista dos bolcheviques, e até por isso não abria mão de satirizar as contradições que enxergava na sociedade russa, com tendência para a literatura fantástica – assim como fizera Gógol durante o século XIX, tendo o regime tzarista como fonte de inspiração – mesmo que isso resultasse em problemas para ver suas histórias publicadas. Com essa literatura fantástica, potencializada pelo sarcasmo, Bulgákov tornou viável uma visita do diabo e sua comitiva à ortodoxa Moscou do final da década de 20, onde deixou marcas que jamais seriam apagadas, nem mesmo pela censura oficial. O séquito satânico é composto por Behemoth, um gato preto que anda sobre duas patas, adora vodca e espetáculos exagerados; Korôviev, o ardiloso relações públicas do grupo; Azazello, um ruivo atarracado de ombros largos, caninos à mostra e feiúra indescritível; e Hella, "uma jovem totalmente nua, ruiva e com ardentes olhos fosforescentes". 

O Mestre e Margarida divide-se em duas partes: na primeira, é narrada a chegada da comitiva diabólica à Moscou e as várias confusões que acontecem por conta disso. Woland, o diabo, um moreno trajando terno, boina e sapatos cinzas, um olho preto e outro verde, aparece pela primeira vez na capital russa para Berlioz e Bezdômny, que discutiam em um banco de praça sobre como escrever um poema que negasse a existência de Jesus Cristo. Interessado pela conversa que, por conseguinte, negava a existência do próprio Deus, Woland se aproxima e argumenta em contrário, narrando suas conversas com Kant e garantindo que presenciou a crucificação de Jesus. Espantados, os dois russos tomam o “estrangeiro” por algum tipo de mago esotérico. Entretanto, para o infortúnio de Berlioz e Bezdômny, Woland prevê um futuro macabro para os dois: o primeiro seria degolado por um trem naquela noite, e o segundo, acabaria internado em um manicômio. Quando a profecia se cumpre, nem o céu é limite para o diabo na capital russa. 

O que se vê a partir daí é o caos, a subversão completa dos valores pregados pelo partido bolchevique, extremamente endurecido sob o controle de Stálin. Em um show de magia negra que Woland promove no Teatro de Variedades de Moscou, a ganância reprimida do povo russo se manifesta quando tem início uma distribuição de dinheiro estrangeiro – proibido pelo governo – e rublos, que depois do espetáculo se tornariam papel comum, sem valor; ou quando as senhoras são convidadas ao palco para adquirirem vestimentas de luxo que, fora do teatro, desaparecem no ar. Mas talvez um dos melhores ardis produzido pelo diabo tenha sido na Comissão de Espetáculos da cidade. Lá, um dos burocratas simplesmente sumira de dentro do seu paletó que, vazio, continuava a assinar a papelada com uma velocidade feroz e a dar broncas nos seus subordinados. Melhor retrato da impessoalidade e alienação das repartições russas seria impossível. Por meio dessas intervenções, o diabo surge como uma força moralizadora da sociedade russa, expondo a face mais reprovável do regime comunista. 

Já na segunda metade, o livro se concentra nos personagens-título, mencionados esparsamente nos capítulos iniciais. O mestre é um escritor de meia-idade que se apaixona por Margarida, maior incentivadora da carreira literária do amante. Após a enxurrada de críticas, o Mestre entra em depressão e acaba internado num manicômio – o mesmo de Bezdômny – enquanto Margarida volta a viver com o marido em sua mansão. Isso até ser visitada por Azazello, que lhe faz uma proposta um tanto perturbadora: ser a dama do diabo por uma noite, durante o baile que este último irá organizar em sua despedida da cidade. Transformada numa espécie de bruxa, Margarida segue para o baile voando nua em uma vassoura, um dos trechos mais surreais do livro. As duas partes da narrativa são entremeadas por capítulos do romance escrito pelo Mestre, o que produz um contraste interessante. Enquanto a prosa de Bulgákov é mais solta e interativa, sempre chamando a atenção do leitor, o romance do mestre tem um formato mais tradicional, com uma descrição extremamente meticulosa da Jerusalém bíblica – o que denota um extenso trabalho de pesquisa de Bulgákov –, diálogos austeros e profundos, bem diferentes do estilo mais trivial que predomina no resto do romance. 

O martírio de Mikhail Bulgákov para ver seus trabalhos publicados começa em 1926, um pouco antes de iniciar O Mestre e Margarida. Para se ter uma ideia do tamanho da resistência aos seus escritos, sua obra só foi publicada integralmente na Rússia depois da glasnost de Mikhail Gorbachev, na década de 80. Curiosamente, apesar de ter sua carreira prejudicada por não se submeter ao cabresto do regime, consta que Bulgákov era admirado por Stálin. Certa vez, inclusive, o escritor enviara uma carta desesperada para o ditador, pedindo emprego. E foi atendido! É claro, ficando sob vigilância estatal no teatro em que trabalhava. 

Com trechos e situações que podem ser entendidos como autobiográficos, O Mestre e Margarida é também uma reflexão sobre sentimentos como a perseverança e a bondade, tema presente em uma das conversas entre Jesus e Pilatos. Em momentos distintos da obra, Jesus e o diabo expressam, ironicamente, uma mesma visão: não há Bem ou Mal absoluto; a covardia é a pior das fraquezas humanas. Fraqueza à qual, apesar das adversidades, Bulgákov não sucumbiu, e fez publicar seu romance depois de tentar queimá-lo, como faz o personagem-título durante o livro, tornando verdadeira mais uma vez a já citada frase do diabo que se tornou proverbial na Rússia: manuscritos não ardem. 

O Mestre e Margarida na cultura pop 

Capa do CD Beggars Banquet, que
contém a música Sympathy for the Devil
Apesar dos contratempos, as marcas deixadas pelo romance de Bulgákov, considerado por críticos literários um dos melhores do século XX, perduram até hoje, transportando-se para outras áreas da cultura. A música Sympathy for the Devil, da banda inglesa Rolling Stones, foi inspirada no livro; assim como os Versos Satânicos, que levaram o Aiatolá Khomeini a proferir uma ordem de execução contra o escritor Salman Rushdie; Pilates, canção do grupo americano Pearl Jam, também teria como fonte de inspiração O Mestre e Margarida, tal como Love and Destroy, de Fran Ferdinand, seria baseada no baile de despedida do diabo em Moscou. Com enorme potencial para ser levado ao cinema, o livro chegou a ser roteirizado por Roman Polanski, mas nunca foi filmado. O diretor declarou que esse roteiro é a melhor coisa que ele jamais realizou. 

Quando a obra de Bulgákov finalmente foi publicada de maneira integral na Rússia, os moradores de um edifício da rua Sadôvaia, em Moscou, começaram a notar estranhas intervenções nas paredes do prédio. De uma noite para a outra, os corredores ganharam grafites, dentre os quais destacavam-se os muitos desenhos de um enorme gato preto, em poses variadas: bebendo vodca de uma tacinha, jogando xadrez, incendiando uma casa. O tal gato é Behemoth, e os grafites são obra de leitores do livro de Mikhail Bulgákov que faziam peregrinação ao prédio onde o escritor viveu e que também foi cenário do romance, abrigando o apartamento onde a comitiva do diabo se hospedara. 

As manifestações dos leitores fizeram com que o antigo apartamento de Bulgákov fosse transformado num museu dedicado ao escritor. As citações do livro, elogios a Bulgákov e discussões apaixonadas sobre os temas de O Mestre e Margarida, eternizados no grafite, são uma prova do carinho que até hoje os fãs têm pelo escritor maldito da Rússia de Stálin.
Fonte:resenhanodiva.blogspot.com.br

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Capas: 10 das mais belas feitas por artistas dos quadrinhos

Rock e histórias em quadrinhos andam de mãos dadas há muito tempo, e muitas das capas dos seus álbuns preferidos podem ter sido desenhadas por algum grande nome desse universo sem você saber. Confira essa interessante lista abaixo e deixe um comentário sobre o que achou ou acrescente alguma capa da sua preferência, indicando o autor.
1- TIM BRADSTREET :
"A MATTER OF LIFE AND DEATH" - IRON MAIDEN (2006)
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2- GREG CAPULLO :
"SOMETHING WICKED THIS WAY COMES" - ICED EARTH (1998)
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3- ROBERT WILLIAMS :
"APPETITE FOR DESTRUCTION" - GUNS N’ROSES (1987)
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4- ROMANO MOLENAAR :
"THE UNFORGIVING" - WITHIN TEMPTATION (2011)
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5- MICHAEL WHELAN :
"BAT OUT OF HELL 2 : BACK INTO HELL" - MEAT LOAF (1993)
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6- - CHARLES BURNS :
"BRICK BY BRICK" - IGGY POP (1990)
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7- KEN KELLY :
"GODS OF WAR" – MANOWAR (2007)
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8- SIMON BISLEY :
"THE BEST OF MOTÖRHEAD" - MOTÖRHEAD (1991)
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9- ETHAN VAN SCIVER :
"IV" - WINGER (2006)
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10- RICHARD CORBEN :
"LIVIN’ IN HYSTERIA" - HEAVENS GATE (1991)
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Fonte : Whipash.net

Iron Maiden: clássicos LPs dos 80's reeditados e na boca do forno

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Publicado em 26 de agosto, no site oficial da banda.
A Parlophone Records seguirá a sequência de reedições 2012/3 do Maiden com a reedição dos 8 primeiros álbuns da banda que arrebentaram nos anos 80, com novas impressões e em vinil preto de 180 gramas!
Paralelo com o lançamento dessas raridades, um número limitado de singles em vinil de 7 polegadas de cada álbum estará disponível também. Como bônus, o primeiro lote de lançamento (Iron Maiden/Killers/Number of the Beast) estará disponível com uma caixa para colecionador, para abrigar os 8 álbuns. Este pacote completo estará disponível em edição limitada ou enquanto durarem os estoques.
Os vinis serão lançados temporalmente ao longo de dois meses, iniciando em 13 de outubro, com os três primeiros álbuns (Iron Maiden/Killers/Number of the Beast) e 7 singles em vinis de 7’’, sendo eles:
-“Running Free” verso “Burning Ambition”
-“Sanctuary” verso “Drifter (Live)” e “I’ve Got The Fire (Live)”
-“Women In Uniform” verso “Invasion”
-“Twilight Zone/Wrathchild” (double A side)
-“Purgatory” verso “Genghis Khan”
-“Run To The Hills” verso “Total Eclipse”
-“The Number Of The Beast” verso “Remember Tomorrow (Live)”
Seguindo, em 27 de outubro, teremos: Piece Of Mind, Powerslave e Live After Death e os singles em seis correspondentes vinis de 7”
-“Flight Of Icarus” verso “I’ve Got The Fire”
-“The Trooper” verso “Cross-Eyed Mary”
-“2 Minutes To Midnight” verso “Rainbow’s Gold”
-“Aces High” verso “King Of Twilight”
-“Running Free (Live)” verso “Sanctuary (Live)”
-“Run To The Hills (Live)” verso “Phantom Of The Opera (Live)”
Em 24 de novembro, Somewhere in Time e Seventh Son Of A Seventh Son e mais 6 singles:
-“Wasted Years” verso “Reach Out”
-“Stranger In A Strange Land” verso “That Girl”
-“Can I Play With Madness” verso “Black Bart Blues”
-“The Evil That Men Do” verso “Prowler ‘88”
-“The Clairvoyant” verso “The Prisoner (Live)”
-“Infinite Dreams (Live)”
O lançamento desses vinis em alta qualidade oferece boa oportunidade para fãs que desejam ter um pouco do autêntico som do Maiden diretamente dos anos 80, e também para aqueles que queiram descobrir o formato sonoro de um icônico - e clássico - vinil. Casado com o término da Maiden England World Tour, que começou na América do Norte em 2012 e terminou mês passado em Knebworth Park’s Sonisphere Festival, este lançamento completa a tour revivendo os 80’s da banda e cataloga os ciclos de reedições, deixando a banda livre para se concentrar em planos futuros. Links para pedidos no site.
http://www.ironmaiden.com/classic-80s-vinyl-reissues-on-the-...

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

30 anos de POWERSLAVE - Iron Mainden resenha


 Eu lembro quando era guri, meu vizinho chegando com essa álbum ( na época não era lançamento obvio kkkkk ) acredito que fim dos anos 80 início dos 90 ( 91,92 no máximo, realmente não lembro),
Lembro de ter achado muito estranho o disco, pois estava muito acostumado com o live after death,  realmente soou muito diferente o disco, principalmente Aces High e o clássico The Rime Of The Ancient Mariner, escutamos pra caralho esse disco, realmente um dos melhores do Iron, não é o meu preferido, mas esse com certeza em muitas listas é considerado o MELHOR disco do Iron Maiden.
Lembro que meu vizinho depois fez uma troca no vinil do powerslave  pelo ultimo do Megadeth ( na época - Rust in piece ) ... mas ai já é outra história ...

Erik

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A turnê de "Piece Of Mind" foi decisiva para consolidar não apenas o nome Iron Maiden, com uma excursão rentável em grandes arenas com 139 shows em sete meses - muitos nos Estados Unidos -, mas também a nova formação, com Nicko McBrain na bateria. O novo disco, então, tinha duas opções. Ou seria definitivo, ou afundaria de vez uma tendência.
Felizmente para o Iron Maiden, "Powerslave" superou todos os trabalhos passados. A inspiração transborda em todos os quesitos: riffs, solos, melodias, linhas de baixo, bateria, vocalizações e principalmente as letras, que contam com uma temática mais épica e abordagem de guerras, batalhas, histórias de faraós e por aí vai. É como se a fórmula de "Piece Of Mind" tivesse evoluído e ganhado aspectos de enormidade.
A abertura com a pedrada "Aces High", clássico indiscutível da carreira do Maiden, tem como destaque as guitarras poderosas e uma das melhores performances da carreira do vocalista Bruce Dickinson. "2 Minutes To Midnight" tem uma gama de riffs incrível, além de um refrão sensacional e muito dinamismo, especialmente na parte em que o ritmo cai um pouco, no miolo da canção. Ambas as faixas iniciais de "Powerslave" foram lançadas como singles de divulgação.
A instrumental "Losfer Words (Big ’Orra)" dá sequência com um clima egípcio típico. A seguir, uma trinca de tirar o fôlego. A precisão cirúrgica da dupla Adrian Smith e Dave Murray é notável na faixa "Flash Of The Blade". Só dá Bruce Dickinson nos refrães. A pesada "The Duellists" tem a bateria de Nicko McBrain como destaque. Na sequência, a boa música "Back In The Village" tem ligação direta com "The Prisoner", do álbum "The Number Of The Beast".
O tempo de duração das canções aumenta no fim. A faixa título é um clássico incontestável de sete minutos composto por Bruce Dickinson. Os vocais levemente sombrios do cantor dão o ar de interpretação ideal à letra, que fala sobre um faraó que passa a se sentir um deus após a morte de seu pai mas ao mesmo tempo é refém do próprio poder. A construção melódica e a performance instrumental são geniais.
A épica "The Rime Of The Ancient Marineer", incontestavelmente uma das prediletas dos fãs - mesmo com seus mais de 13 minutos de duração -, cativa qualquer fã de heavy metal. A canção conta com inúmeras variações rítmicas, instrumental rebuscado, composição lírica invejável e mais um show do inspirado Bruce Dickinson. Um petardo.
Não é apenas pelo sucesso que "Powerslave" conquistou, com um segundo lugar nas paradas britânicas e uma turnê ainda maior que a anterior (187 shows em 10 meses). O Iron Maiden evoluiu e ficou rebuscado nesse disco. O flerte ideal com o progressivo ainda é procurado pela banda nos dias de hoje, com os recentes - e enfadonhos - lançamentos. Um dos trabalhos mais influentes do heavy metal, sem sombra de dúvidas.


Bruce Dickinson (vocal)
Dave Murray (guitarra)
Adrian Smith (guitarra)
Steve Harris (baixo)
Nicko McBrain (bateria)


01. Aces High
02. 2 Minutes To Midnight
03. Losfer Words (Big ’Orra)
04. Flash Of The Blade
05. The Duellists
06. Back In The Village
07. Powerslave
08. Rime Of The Ancient Mariner
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Fonte: whiplash.net

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Tarja Preta - The Wall Pink Floyd Tributo



Vale lembrar que o show completo está todo registrado no youtube galera ...
Para quem não conhece, basta procurar por "tarja preta recife" no youtube que vão encontrar !!

falow

Erik

Foto da volta do tarja preta



Depois de quase um ano parado, voltamos no mesmo festival ( bigode cheiroso) em outubro de 2013...

Erik

posted from Bloggeroid

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Definido grupos da Champions League 2014/15



As 32 equipes classificadas foram distribuídas entre os oito grupos da principal competição de clubes da Europa
O sorteio da Champions League 2014/15, realizado em Monaco, definiu os grupos da competição. O atual campeão, Real Madrid, irá enfrentar Liverpool, Basel, da Suíça, e Ludogorets, da Bulgaria, no Grupo B.
O Bayern de Munique, no Grupo E, eliminado na semifinal na temporada passada, pelo Real Madrid, terá pela frente o Manchester City, o CSKA, da Rússia, e a Roma, da Itália.
O atual campeão espanhol e vice-campeão na edição anterior, o time de Diego Simeone, ficou no Grupo A e confronta a Juventus, o Olympiacos e o Malmö, da Suécia.
O Barcelona, no Grupo F, enfrenta o Paris Saint-Germain, o Ajax e o e Apoel, do Chipre.
Com os times dividididos em quatro potes, com base no Coeficiente UEFA, que leva em consideração os desempenhos das equipes nas últimas competições continentais, a UEFA definiu os confrontos de sua principal competição anual.
A única regra restritiva durante o sorteio foi de que equipes do mesmo país não poderiam se enfrentar antes das quartas-de-final.

Fonte : goal.com

Confira a divisão dos grupos da Champions League:

GRUPO A
 
Atlético de Madrid
Juventus
Olympiacos
Malmo
 
GRUPO B
 
Real Madrid
Basel
Liverpool
Ludogorets
 
GRUPO C
 
Benfica
Zenit
Bayer Leverkusen
Monaco
 
GRUPO D
 
Arsenal
Borussia Dortmund
Galatasaray
Anderlecht
 
GRUPO E
 
Bayern de Munique
Manchester City
CSKA MoscoU
Roma
 
GRUPO F
 
Barcelona
Paris Saint-Germain
Ajax
APOEL
 
GRUPO G
 
Chelsea
Schalke
Sporting
Maribor
GRUPO H
 
Porto
Shakhtar Donetsk
Athletic Bilbao
BATE