segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Discos de rock mais vendidos de todos os tempos!

Pessoal,  encontrei essa matéria antiga da whiplash e decidi compartilhar com vocês por aqui ...
Esse negócio de listas de melhores, de mais, etc etc  ...  é muito subjetiva na minha humilde opinião!!
Mas vale a curiosidade!!!

Rock n' Roll!!

Erik

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Vamos então aos 10 discos de rock mais vendidos de todos os tempos em todo o mundo, com números certificados e comprovados pelos órgãos de averiguação:
1. Led Zeppelin - Led Zeppelin IV - 28,9 milhões de cópias
2. Fleetwood Mac - Rumours - 26,5 milhões
3. AC/DC - Back in Black (1980) - 25,3 milhões
4. Pink Floyd - The Dark Side of the Moon (1973) - 22,4 milhões
5. Meat Loaf - Bat Out of Hell (1977) - 20,1 milhões
6. Bruce Springsteen - Born in the USA (1984) - 19,6 milhões
7. Metallica - Metallica (1991) - 18,9 milhões
8. Pink Floyd - The Wall (1979) - 17,9 milhões
9. Dire Straits - Brothers in Arms (1985) - 17,4 milhões
10. Nirvana - Nevermind (1991) - 15,6 milhões
Agora, o top 10 (como vários títulos empataram, temos 12 discos na lista) com os álbuns de rock mais vendidos em todo o mundo, com os números estimados mas sem a comprovação dos órgãos de averiguação:
1. AC/DC - Back in Black (1980) - 50 milhões de cópias
2. Pink Floyd - The Dark Side of the Moon - 50 milhões
3. Meat Loaf - Bat Out of Hell (1977) - 43 milhões
3. Fleetwood Mac - Rumours (1977) - 40 milhões
4. Led Zeppelin - Led Zeppelin IV (1971) - 37 milhões
5. The Beatles - Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) - 32 milhões
6. The Beatles - Abbey Road (1969) - 30 milhões
7. Bruce Springsteen - Born in the USA (1984) - 30 milhões
8. Dire Straits - Brothers in Arms (1985) - 30 milhões
9. Iron Butterfly - In-A-Gadda-Da-Vida (1968) - 30 milhões
10. Metallica - Metallica (1991) - 30 milhões
11. Pink Floyd - The Wall (1979) - 30 milhões
12. Nirvana - Nevermind (1991) - 30 milhões
Para deixar a lista mais completa, fui atrás também dos 50 artistas e bandas de rock que mais venderam em todos os tempos. De novo, há duas linhas de raciocínio: a com números comprovados e a com os números estimados.
Começamos com os artistas e bandas de rock que mais venderam discos em todos os tempos, com números comprovados pelos institutos de averiguação:
1. The Beatles - 250 milhões
2. Elvis Presley - 203,3 milhões
3. Led Zeppelin - 134,1 milhões
4. Eagles - 123,9 milhões
5. Pink Floyd - 110,2 milhões
6. AC/DC - 99,7 milhões
7. U2 - 98,2 milhões
8. Billy Joel - 97,7 milhões
9. Bruce Springsteen - 92,7 milhões
10. Queen - 90,5 milhões
11. The Rolling Stones - 89,5 milhões
12. Metallica - 81,6 milhões
13. Aerosmith - 79,1 milhões
14. Fleetwood Mac - 70,3 milhões
15. Bon Jovi - 64,2 milhões
16. Van Halen - 62,9 milhões
17. Guns N’ Roses - 61,8 milhões
18. Santana - 59,6 milhões
19. Journey - 54,6 milhões
20. Red Hot Chili Peppers - 48,8 milhões
21. Foreigner - 45,2 milhões
22. Bob Seger - 44,1 milhões
23. The Doors - 43,7 milhões
24. Linkin Park - 41.3 milhões
25. Coldplay - 41 milhões
26. Def Leppard - 40,9 milhões
27. Dire Straits - 40,8 milhões
28. Green Day - 40,7 milhões
29. Bob Dylan - 40,1 milhões
30. R.E.M. - 39,6 milhões
31. Nirvana - 39,2 milhões
32. Pearl Jam - 39,1 milhões
33. Meat Loaf - 38,1 milhões
34. The Police - 35,4 milhões
35. Nickelback - 31,3 milhões
36. Tom Petty - 30,9 milhões
37. Oasis - 28,8 milhões
38. The Beach Boys - 27,7 milhões
39. Kiss - 26,7 milhões
40. Mötley Crüe - 26,3 milhões
41. Johnny Cash - 25,9 milhões
42. The Monkees - 23,9 milhões
43. The Who - 23,2 milhões
44. Paul McCartney - 22,2 milhões
45. David Bowie - 22,4 milhões
46. Electric Light Orchestra - 19,8 milhões
47. Scorpions - 18,7 milhões
48. Black Sabbath - 16,3 milhões
49. Iron Maiden - 15,5 milhões
50. Jethro Tull - 12,5 milhões
Agora os artistas e bandas de rock que mais venderam discos em todos os tempos, com números estimados mas não comprovados pelos institutos de averiguação:
1. The Beatles - 1 bilhão e 600 milhões
2. Elvis Presley - 1 bilhão e 600 milhões
3. Led Zeppelin - 300 milhões
4. Queen - 300 milhões
5. Pink Floyd - 250 milhões
6. AC/DC - 200 milhões
7. The Rolling Stones - 200 milhões
8. U2 - 150 milhões
9. Billy Joel - 150 milhões
10. Aerosmith - 150 milhões
11. David Bowie - 140 milhões
12. Bon Jovi - 130 milhões
13. Eagles - 120 milhões
14. Bruce Springsteen - 120 milhões
15. Dire Straits - 120 milhões
16. Metallica - 100 milhões
17. Fleetwood Mac - 100 milhões
18. Guns N’ Roses - 100 milhões
19. Kiss - 100 milhões
20. The Who - 100 milhões
21. Paul McCartney - 100 milhões
22. Scorpions - 100 milhões
23. Santana - 90 milhões
24. R.E.M. - 85 milhões
25. Van Halen - 80 milhões
26. The Doors - 80 milhões
27. Journey - 75 milhões
28. Nirvana - 75 milhões
29. Red Hot Chili Peppers - 70 milhões
30. Foreigner - 70 milhões
31. Bob Dylan - 70 milhões
32. Meat Loaf - 70 milhões
33. Iron Maiden - 70 milhões
34. Def Leppard - 65 milhões
35. Green Day - 65 milhões
36. The Beach Boys - 65 milhões
37. Pearl Jam - 60 milhões
38. Tom Petty - 60 milhões
39. Jethro Tull - 60 milhões
40. Bob Seger - 51 milhões
41. Linkin Park - 50 milhões
42. Coldplay - 50 milhões
43. The Police - 50 milhões
44. Nickelback - 50 milhões
45. Oasis - 50 milhões
46. Mötley Crüe - 50 milhões
47. Johnny Cash - 50 milhões
48. The Monkees - 50 milhões
49. Electric Light Orchestra - 50 milhões
50. Alice Cooper - 50 milhões

Como ficou claro, a discrepância entre uma linha de pensamento e outra é bastante grande. Devo deixar claro que essas quatro listas não são baseadas em dados subjetivos, mas sim nas informações disponibilizadas e divulgadas pelos órgãos de pesquisa. Nomes como os Beatles, por exemplo, tem muito dos seus números de vendas vindos das clássicas coletâneas vermelha e azul, e da compilação 1, além dos singles. O mesmo vale para Elvis Presley, que tem a grosso dos seus números vindos de compilações e singles.
Um levantamento desses vale para entendermos o que significam, para a indústria musical, alguns dos nossos maiores ídolos. É interessante também para colocar em pratos limpos, em números claros e frios - ainda que vindos de duas linhas de raciocínio diferentes -, o tamanho real, em vendas de discos, de alguns dos maiores nomes da história do rock. Certamente tem grupos aí no meio que muita gente imaginava que teriam vendido muito mais do que venderam, assim como artistas que surpreendem pelos números apresentados.



 Referência:  http://whiplash.net

sexta-feira, 5 de junho de 2015

TARJA PRETA 06/06 BURBURINHO - ROCK N ROLL PROIBIDO PARA MENORES.

Vamos nessa que o repertório está  FODA!!!! quem curte rock n roll sem censura ... pedida obrigatória para amanhã!!

Fui

Erik

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ninguém entendeu a homenagem a um amigo no novo álbum do Pink Floyd. Que pena...

Esse review foi o "melhor" e de longe o mais sensato que li pelo puteiro chamado internet ...
Realmente críticos devem ser todos ou cornos ou mal amados, o racinha que só faz falar mal de tudo sem nem ter embasamento ( em 99% das vezes se brincar ) ... um VTN pra tudinho ... Pink Floyd RLZ !! 

Erik




Assim que o tal “novo disco do Pink Floyd”, Endless River, vazou pela internet, li um verdadeiro tsunami de críticas negativas. O álbum foi apressadamente enxovalhado de tal forma – “sonolento” foi o adjetivo mais brando que li a respeito dele – que fiquei desconfiado: ou a turma baixou arquivos em mp3 com baixa qualidade de áudio ou ninguém prestou atenção às circunstâncias e o contexto que envolveram esta “raspa de tacho” por parte do guitarrista David Gilmour e do baterista Nick Mason.
Sim, “circunstâncias” e “contexto”. Duas palavras muito negligenciadas em tempos de retardamento mental generalizado que impera no planeta e que sempre ajudam muito na hora de entender qualquer álbum de qualquer artista ou banda.
No caso específico deste Endless River, é preciso que você entenda que tudo o que se ouve aqui é o resultado da reunião de uma série de temas compostos em grande parte pelo tecladista Richard Wright para o álbum Division Bell, de 1994, que foi justamente o disco em ele mais contribuiu com material de sua autoria. Ou seja, tudo aqui tem que ser ouvido dentro daquele contexto. Quem tece críticas negativas a este Endless River sem ter ouvido ou sequer saber do que se trata o álbum anterior está evidentemente repetindo algo que ouviu em algum lugar e achou bacana posar de ‘malvado’.
Só que existe um ponto que deve ser analisado com racionalidade. Arrisco em escrever que Endless River foi a última maneira de atenuar a sensação de culpa de Gilmour e Mason por permitirem que Wright tivesse sido despedido pelo baixista Roger Waters em 1979, na época do The Wall. Quando Wright foi recontratado por Gilmour em oito anos depois, quando o guitarrista já tinha vencido a batalha jurídica contra Waters pelo nome “Pink Floyd” e lançado um álbum que, na verdade, era um disco solo levando o nome da banda, A Momentary Lapse of Reason (1987), isto não eliminou completamente a sensação incômoda da omissão do passado.
E vou além: não descarto a hipótese de surgir mais material do grupo deixado de lado nas gravações de álbuns do passado. Quem conhece a discografia pirata da banda sabe a quantidade de temas e ideias que foram primeiramente testadas no palco e depois abandonadas nas gravações de estúdio por falta de consenso entre seus integrantes.
Acho justo que Gilmour tenha lançado este material, extraído de mais de 20 horas de gravações com temas inéditos, como uma forma de homenagear o amigo, morto em 2008, e não deixar que estes temas tenham sido compostos em vão. O guitarrista e o batera Nick Mason terminaram de arranjar alguns temas até então incompletos. Sem crise.
Não “dormi” durante a audição. Muito pelo contrário! O álbum começa com o som de vozes e lentamente o som de teclados se ergue, como um alvorecer. E assim “Things Left Unsaid” permanece até o seu final. O velho som de órgão Hammond e outros timbres característicos dos teclados que Wright usou nos discos anteriores da banda surgem logo no início “It’s What We Do”, acentuada por violões em momentos ocasionais, com a tradicional e lenta cadência rítmica conduzida por Mason. E tem “aquela” guitarra de Gilmour, sublime como sempre, que ajuda ainda mais a entender o contexto “Division Bell” em que o tema estava inserido na época.
A tensão criada por guitarras, teclados e baterias que reina em “Sum” e “Skins” remete a ideias que a banda registrou em álbuns anteriores – não tem como não lembrar de “On the Run”, do The Dark Side of the Moon e de alguns trechos do The Wall-, enquanto que a delicada “Anisina”, composta por Gilmour, oferece a “saída otimista” para o clima claustrofóbico reinante momentos antes, embora resvalando em certa pieguice na sequência harmônica e no sax meio pentelho que aparece do nada. Já “Talkin’ Hawkin’” poderia ter entrado perfeitamente em Division Bell, principalmente pela melancolia reinante, pontuada pela guitarra sempre bem colocada de Gilmour.
“Calling” e a curta “Surfacing” têm uma serena grandiloquência que demonstra o apreço dos caras pela new age, exemplificado com mais nitidez nos vários temas de curtíssima duração espalhados pelo álbum, como “Ebb and Flow”, “Unsung”, “The Lost Art of Conversation”, “On Noodle Street”, “Night Light”, “Allons-y (1)”, “Autumn ‘68”, “Allons-y (2)”, “Eyes to Pearls”. São exatamente pequenas ideias propostas na época e que tiveram guitarras e outros instrumentos adicionados posteriormente no ano passado em estúdio, junto com outros produtores, como Youth, baixista do Killing Joke, e o guitarrista do Roxy Music, Phil Manzanera.
“Louder Than Words”, a única faixa com vocais – com letra composta pela mulher de Gilmour, Polly Samson – é a pequena tábua no meio do oceano onde se agarram os fãs mais tradicionais da banda, pois é a única que remete ao som que todos conhecem. É emblemática que seja esta a canção a fechar o disco, tanto pela letra, que é uma despedida final de Gilmour e Mason ao espírito de Wright, mas também um recado aos fãs e a todos que não perceberam que este não é um “disco do Pink Floyd como banda”, e sim um “álbum do Pink Floyd como um grupo de amigos”.
Por que será que é tão difícil entender isto?


Fonte:https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mira-regis/

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ozzy Osbourne: A arte de ser uma banda está morrendo

Concordo plenamente ... hoje os vocalistas gravam frase por frase, QUANDO NÃO, palavras por palavras ... não existe mais algo tipo 1,2,3 gravando no pau ... por isso os discos de rock n roll dos anos 70 possuem uma essência única ... nunca existirá outro led zeppelin 2  ou paranoid ...

1,2 ,3 ... copia esse track ai do pro tools ...  PUTA QUE PARIU ...  por isso me recuso a escutar qq merda nova, hj em dia muita coisa que você escuta , principalmente muita coisa de metal ( bumbo duplo sem parar ) é bateria eletrônica ... conheço até bandas de amigos que já usaram esse recurso em estúdio ... realmente perde muito da arte e sensibilidade ...

fuck off ...   long live rock n roll verdadeiro!

Erik



Ozzy Osbourne disse que o crescimento do uso da tecnologia na música significa que as bandas estão perdendo a habilidade de improvisar e de manter a forma das ideias ao mesmo tempo.
Ozzy disse ao Noisey.com: “A era dos computadores está tomando conta e há um monte de truques. Eu vejo caras em bandas e digo 'você quer improvisar?' e eles'Improvisar? O que é isso?' Só tocar juntos. Eles não podem fazer isso. 'Eu vou ter que consultar meu computador primeiro' A arte de ser uma banda está morrendo.”
O vocalista disse que fica orgulhoso quando outro músico é influenciado por Sabbath - e ele não se refere somente à música.
Ele disse: “Eu tenho pessoas no Ozzfest dizendo 'Cara, se não fosse pelo Sabbath... nós lhe devemos muito.' Eu respondo, 'Em que é influenciado pelo Sabbath?'. Eu entendo onde eles querem chegar mas não é a música, é o que ela diz às pessoas."
O Metal nunca teve regras. Se você quiser que eu faça alguma coisa, não me fale como fazer. Eu nunca criei nada a base de regras. Minha única preocupação é chegar no palco e dar ao público um grande dia. Eu quero dar meu coração e alma enquanto toco."
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