terça-feira, 2 de dezembro de 2014

SÁBADO 20/12 burburinho - Tributo ao QUEEN !!!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ninguém entendeu a homenagem a um amigo no novo álbum do Pink Floyd. Que pena...

Esse review foi o "melhor" e de longe o mais sensato que li pelo puteiro chamado internet ...
Realmente críticos devem ser todos ou cornos ou mal amados, o racinha que só faz falar mal de tudo sem nem ter embasamento ( em 99% das vezes se brincar ) ... um VTN pra tudinho ... Pink Floyd RLZ !! 

Erik




Assim que o tal “novo disco do Pink Floyd”, Endless River, vazou pela internet, li um verdadeiro tsunami de críticas negativas. O álbum foi apressadamente enxovalhado de tal forma – “sonolento” foi o adjetivo mais brando que li a respeito dele – que fiquei desconfiado: ou a turma baixou arquivos em mp3 com baixa qualidade de áudio ou ninguém prestou atenção às circunstâncias e o contexto que envolveram esta “raspa de tacho” por parte do guitarrista David Gilmour e do baterista Nick Mason.
Sim, “circunstâncias” e “contexto”. Duas palavras muito negligenciadas em tempos de retardamento mental generalizado que impera no planeta e que sempre ajudam muito na hora de entender qualquer álbum de qualquer artista ou banda.
No caso específico deste Endless River, é preciso que você entenda que tudo o que se ouve aqui é o resultado da reunião de uma série de temas compostos em grande parte pelo tecladista Richard Wright para o álbum Division Bell, de 1994, que foi justamente o disco em ele mais contribuiu com material de sua autoria. Ou seja, tudo aqui tem que ser ouvido dentro daquele contexto. Quem tece críticas negativas a este Endless River sem ter ouvido ou sequer saber do que se trata o álbum anterior está evidentemente repetindo algo que ouviu em algum lugar e achou bacana posar de ‘malvado’.
Só que existe um ponto que deve ser analisado com racionalidade. Arrisco em escrever que Endless River foi a última maneira de atenuar a sensação de culpa de Gilmour e Mason por permitirem que Wright tivesse sido despedido pelo baixista Roger Waters em 1979, na época do The Wall. Quando Wright foi recontratado por Gilmour em oito anos depois, quando o guitarrista já tinha vencido a batalha jurídica contra Waters pelo nome “Pink Floyd” e lançado um álbum que, na verdade, era um disco solo levando o nome da banda, A Momentary Lapse of Reason (1987), isto não eliminou completamente a sensação incômoda da omissão do passado.
E vou além: não descarto a hipótese de surgir mais material do grupo deixado de lado nas gravações de álbuns do passado. Quem conhece a discografia pirata da banda sabe a quantidade de temas e ideias que foram primeiramente testadas no palco e depois abandonadas nas gravações de estúdio por falta de consenso entre seus integrantes.
Acho justo que Gilmour tenha lançado este material, extraído de mais de 20 horas de gravações com temas inéditos, como uma forma de homenagear o amigo, morto em 2008, e não deixar que estes temas tenham sido compostos em vão. O guitarrista e o batera Nick Mason terminaram de arranjar alguns temas até então incompletos. Sem crise.
Não “dormi” durante a audição. Muito pelo contrário! O álbum começa com o som de vozes e lentamente o som de teclados se ergue, como um alvorecer. E assim “Things Left Unsaid” permanece até o seu final. O velho som de órgão Hammond e outros timbres característicos dos teclados que Wright usou nos discos anteriores da banda surgem logo no início “It’s What We Do”, acentuada por violões em momentos ocasionais, com a tradicional e lenta cadência rítmica conduzida por Mason. E tem “aquela” guitarra de Gilmour, sublime como sempre, que ajuda ainda mais a entender o contexto “Division Bell” em que o tema estava inserido na época.
A tensão criada por guitarras, teclados e baterias que reina em “Sum” e “Skins” remete a ideias que a banda registrou em álbuns anteriores – não tem como não lembrar de “On the Run”, do The Dark Side of the Moon e de alguns trechos do The Wall-, enquanto que a delicada “Anisina”, composta por Gilmour, oferece a “saída otimista” para o clima claustrofóbico reinante momentos antes, embora resvalando em certa pieguice na sequência harmônica e no sax meio pentelho que aparece do nada. Já “Talkin’ Hawkin’” poderia ter entrado perfeitamente em Division Bell, principalmente pela melancolia reinante, pontuada pela guitarra sempre bem colocada de Gilmour.
“Calling” e a curta “Surfacing” têm uma serena grandiloquência que demonstra o apreço dos caras pela new age, exemplificado com mais nitidez nos vários temas de curtíssima duração espalhados pelo álbum, como “Ebb and Flow”, “Unsung”, “The Lost Art of Conversation”, “On Noodle Street”, “Night Light”, “Allons-y (1)”, “Autumn ‘68”, “Allons-y (2)”, “Eyes to Pearls”. São exatamente pequenas ideias propostas na época e que tiveram guitarras e outros instrumentos adicionados posteriormente no ano passado em estúdio, junto com outros produtores, como Youth, baixista do Killing Joke, e o guitarrista do Roxy Music, Phil Manzanera.
“Louder Than Words”, a única faixa com vocais – com letra composta pela mulher de Gilmour, Polly Samson – é a pequena tábua no meio do oceano onde se agarram os fãs mais tradicionais da banda, pois é a única que remete ao som que todos conhecem. É emblemática que seja esta a canção a fechar o disco, tanto pela letra, que é uma despedida final de Gilmour e Mason ao espírito de Wright, mas também um recado aos fãs e a todos que não perceberam que este não é um “disco do Pink Floyd como banda”, e sim um “álbum do Pink Floyd como um grupo de amigos”.
Por que será que é tão difícil entender isto?


Fonte:https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mira-regis/

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ozzy Osbourne: A arte de ser uma banda está morrendo

Concordo plenamente ... hoje os vocalistas gravam frase por frase, QUANDO NÃO, palavras por palavras ... não existe mais algo tipo 1,2,3 gravando no pau ... por isso os discos de rock n roll dos anos 70 possuem uma essência única ... nunca existirá outro led zeppelin 2  ou paranoid ...

1,2 ,3 ... copia esse track ai do pro tools ...  PUTA QUE PARIU ...  por isso me recuso a escutar qq merda nova, hj em dia muita coisa que você escuta , principalmente muita coisa de metal ( bumbo duplo sem parar ) é bateria eletrônica ... conheço até bandas de amigos que já usaram esse recurso em estúdio ... realmente perde muito da arte e sensibilidade ...

fuck off ...   long live rock n roll verdadeiro!

Erik



Ozzy Osbourne disse que o crescimento do uso da tecnologia na música significa que as bandas estão perdendo a habilidade de improvisar e de manter a forma das ideias ao mesmo tempo.
Ozzy disse ao Noisey.com: “A era dos computadores está tomando conta e há um monte de truques. Eu vejo caras em bandas e digo 'você quer improvisar?' e eles'Improvisar? O que é isso?' Só tocar juntos. Eles não podem fazer isso. 'Eu vou ter que consultar meu computador primeiro' A arte de ser uma banda está morrendo.”
O vocalista disse que fica orgulhoso quando outro músico é influenciado por Sabbath - e ele não se refere somente à música.
Ele disse: “Eu tenho pessoas no Ozzfest dizendo 'Cara, se não fosse pelo Sabbath... nós lhe devemos muito.' Eu respondo, 'Em que é influenciado pelo Sabbath?'. Eu entendo onde eles querem chegar mas não é a música, é o que ela diz às pessoas."
O Metal nunca teve regras. Se você quiser que eu faça alguma coisa, não me fale como fazer. Eu nunca criei nada a base de regras. Minha única preocupação é chegar no palco e dar ao público um grande dia. Eu quero dar meu coração e alma enquanto toco."
Imagem

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Iron Maiden: banda faz a festa em pub da Noruega


Se o Tarja Preta tivesse dinheiro pra gastar ... com 1/10 da equipe do Iron Maiden  agente bateria essa conta fácil em qualquer boteco aqui em Recife!!!

Erik

De acordo com o jornal norueguês Bergens Tidende, os membros do IRON MAIDEN e toda a sua equipe "não pouparam nenhuma despesa" na visita ao Pub Irlandês Finnegan's em Bergen, Noruega, segunda-feira, 09 de agosto de 2010 - dois dias antes da apresentação da banda na cidade. Os 20.109 NOK (Coroas Norueguesas) da conta do bar (aproximadamente R$5.700) foram referentes a 78 Canecas de Guinness, 32 copos de Heineken, 57 garrafas da cerveja Hansa, 27 doses do coquetel 'Slippery Nipple' entre outras coisas.
Imagem
Vários membros do IRON MAIDEN também visitaram o pub na véspera e no dia seguinte ao concerto em Bergen. "Com base no que ouvimos, a banda estava feliz", disse o bartender Fredrik Larseno ao Bergens Tidende. "Eles se misturavam com outros convidados e pareciam se divertir. Entre banda e equipe, eram muitas pessoas, especialmente na segunda-feira, que foi o único dia em que as bebidas estavam na mesma fatura. Nos outras dias, todos eles pagavam separadamente", acrescentou Larsen, que ainda disse que os Rockstars se comportaram com cortesia.

Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Proximo show do Tarja Preta marcado!

Aee galera, depois desses meses em standby, esperando a volta do guitarrista da clinica de reabilitação ...  Já fechamos o próximo show, que será no Downtown em Novembro e será um show tributo!! esperem por mais novidades !!!

abraço

Erik

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Paul McCartney: Álbuns “Venus and Mars” e “At the Speed of Sound” serão relançados em novembro

Paul McCartney: veja clipe com letra para música do Wings

Álbuns “Venus and Mars” e “At the Speed of Sound” serão relançados em novembro

paulmccartneyvenusspeedUm clipe com letra para a música “Call Me Back Again”, da época de Paul McCartney com o Wings, está em exibição nesse endereço. O vídeo, creditado ao artista Thomas Hicks, é uma montagem de várias imagens da infância de Paul, e está sendo lançado para promover o relançamento dos álbuns “Venus and Mars” (quem contém “Call Me Back Again”) e “At the Speed of Sound”, lançados originalmente em 1975 e 1976, respectivamente.
As edições especiais terão um CD extra com material de bônus, que inclui versões demo e faixas inéditas, e e ainda um DVD, em versões mais caprichadas. O lançamento acontece no dia 3 de novembro.
A remasterização das faixas e a pesquisa do material antes não lançado foi supervisionado pelo próprio McCartney, nos estúdios Abbey Road, pela mesma equipe de profissionais que trabalhou no relançamento da discografia dos Beatles. Veja abaixo a lista das faixas das novas versões para os dois álbuns:
Venus & Mars
CD1 – Disco remasterizado
1- Venus and Mars
2- Rock Show
3- Love In Song
4- You Gave Me The Answer
5- Magneto and Titanium Man
6- Letting Go
7- Venus and Mars – Reprise
8- Spirits Of Ancient Egypt
9- Medicine Jar
10- Call Me Back Again
11- Listen To What The Man Said
12- Treat Her Gently – Lonely Old People
13- Crossroads
CD2 – Bônus
1- Junior’s Farm
2- Sally G
3- Walking In The Park With Eloise
4- Bridge On The River Suite
5- My Carnival
6- Going To New Orleans (My Carnival)
7- Hey Diddle (Ernie Winfrey Mix)
8- Let’s Love
9- Soily (from One Hand Clapping)
10- Baby Face (from One Hand Clapping)
11- Lunch Box/Odd Sox
12- 4th Of July
13- Rock Show (Old Version)
14- Letting Go (Single Edit)
DVD Bônus
1- Recording My Carnival
2- Bon Voyageur
3- Wings At Elstree
4- Venus and Mars TV Ad
At the Speed of Sound
CD1 – Disco remasterizado
1- Let ‘Em In
2- The Note You Never Wrote
3- She’s My Baby
4- Beware My Love
5- Wino Junko
6- Silly Love Songs
7- Cook Of The House
8- Time To Hide
9- Must Do Something About It
10- San Ferry Anne
11- Warm And Beautiful
CD2 – Bônus
1- Silly Love Songs (Demo)
2- She’s My Baby (Demo)
3- Message To Joe
4- Beware My Love (John Bonham Version)
5- Must Do Something About It (Paul’s Version)
6- Let ‘Em In (Demo)
7- Warm And Beautiful (Instrumental Demo)
DVD Bônus
1- Silly Love Songs Music Video
2- Wings Over Wembley
3- Wings In Venice

Fonte:http://www.rockemgeral.com.br

Pink Floyd: Waters teve que se pronunciar sobre The Endless River

É foda, bem que esses puto poderiam se juntar enquanto ainda estão vivos ... dinheiro não pode ser o problema né ?

Erik

Roger Waters soltou um pronunciamento sobre o vindouro álbum do PINK FLOYD, “The Endless River”.
Imagem
“Algumas pessoas estão perguntando a Laurie, minha esposa, sobre um novo álbum que eu estaria lançando em novembro.” Escreveu Waters. “Errhhh? Eu não estou lançando nenhum álbum, eles estão provavelmente confusos. David Gilmour e Nick Mason estão lançando um álbum e é chamado de ‘Endless River’. David e Nick constituem o grupo PINK FLOYD, eu, por outro lado, não sou parte do PINK FLOYD.”
“Eu deixei o PINK FLOYD em 1985. 29 anos atrás.” ele continua. “Eu não tenho nada a ver com qualquer um dos álbuns de estúdio do PINK FLOYD, ‘Momentary Lapse Of Reason’ e ‘The Division Bell’, ou as turnês de 1987 e 1994, e eu não tenho nada a ver com ‘Endless River’. Ufa! Não é tão difícil, pessoal. Prestem atenção.”
Com lançamento previsto para 10 de novembro (11 na América do Norte), “The Endless River” é o primeiro novo álbum do PINK FLOYD em 20 anos.
O projeto traz material gravado por David Gilmour, Nick Mason e Rick Wright durante as sessões de “The Division Bell”, em 1994.

Fonte: whiplash.net